quarta-feira, 21 de abril de 2010

OS PLANOS GLOBAIS DO VATICANO

     Quarta, 21 de Abril de 2010

Estudos de Seitas      Apologética       Catolicismo
Os Planos Globais do Vaticano
Publicado em 1/27/2002
Escrito em conjunto com Richard Bennett, do Berean Beacon. Tradução: Eduardo Perez Neto
http://www.espada.eti.br/

As recentes manobras do papado na política internacional para recuperar o antigo poder que detinha nos tempos medievais. A criação da Corte Internacional de Justiça, do Código Penal Internacional, da Polícia e do Exército Europeu. A estrutura que permitirá a imposição do poder religioso do Soberano Pontífice Romano. A ingenuidade da liderança evangélica, que está sendo seduzida pelo canto de sereia do Movimento Ecumênico.

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THE CUTTING EDGE


Em 13 de dezembro de 2000, o jornal oficial do Vaticano, L'Observatore Romano, com a manchete "Todos Estão Convocados a Construir o Reino de Deus", publicou as palavras do papa em sua Audiência Geral do dia 6 de dezembro. O pontífice declarou:

"Aqueles que escolheram o caminho das bem-aventuranças do Evangelho e vivem como 'pobres em espírito', desapegados dos bens materiais, para erguer os humildes do pó de sua humilhação, entrarão no reino de Deus... Aqueles que suportam cheios de amor os sofrimentos da vida entrarão no reino... Todos os justos da terra, incluindo aqueles que não conhecem a Cristo e sua Igreja e que, sob a influência da graça, buscam a Deus com um coração sincero, estão, portanto, convocados a construir o reino de Deus trabalhando com o Senhor, que é o primeiro e o decisivo construtor."

Todas essas encantadoras palavras são falsas. Cada sentença sugere a salvação de uma forma que não está na Escritura. Não é escolhendo o "caminho das bem-aventuranças do Evangelho" que alguém entra no reino de Deus, mas sim por meio da fé no "caminho" que é Jesus Cristo e seu sacrifício perfeito na cruz. "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa". Não é "suportando cheios de amor os sofrimentos da vida" que entramos no reino, mas por meio de Cristo, que carregou nossos pecados e sofreu em nosso lugar. Não faz sentido implicar que alguém que não conheça a Cristo possa se tornar parte do reino de Deus. "Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido." (João 10:14). O pronunciamento do papa só pode ser entendido no contexto dos planos do pontífice para o governo mundial. Seu pressuposto é de que o reino de Deus já existe na Igreja Católica Romana. Isso é coerente com o novo Catecismo: "... A Igreja Católica Romana é a semente e o princípio desse reino. Suas chaves foram confiadas a Pedro."

Séculos de paciente aspiração, trama, planejamento e subterfúgio político finalmente produziram frutos, pois a União Européia (UE) parece ser o protótipo dos planos do Vaticano para um governo mundial. Quem estuda as palavras oficiais de um papa anterior sobre a "Autoridade Mundial Efetiva" e está plenamente ciente do que já foi feito na UE, pode imaginar o quão perto estamos de um Código Penal Internacional, de um Promotor Mundial e da rotulação progressiva das igrejas bíblicas como "seitas". O que está acontecendo na Europa foi destacado pelo jornal britânico The Sunday Telegraph, de 20/10/2000:

"O governo Blair está se preparando para transferir importantes rédeas de poder a Bruxelas, na reunião de cúpula em Nice, em dezembro. Já sinalizou sua intenção de renunciar ao veto em muitas áreas existentes; de aceitar uma Constituição escrita para a União Européia (conhecida como Carta dos Direitos Fundamentais); de aprovar medidas adicionais para permitir a formação de um exército e de uma polícia européia; e até mesmo permitir que a União Européia crie seu próprio Código Penal, com um Promotor Europeu."

Desde 1973 o Mercado Comum Europeu tinha o plano e o propósito de se transformar na Comunidade Européia (CE). A CE evoluiu então para a União Européia. Agora, a UE está expandindo sua presença coletiva, propondo um exército europeu, uma força policial, um Código Penal e um Promotor. Em 1998, Torquil Dick-Erikson, do Grupo Crítico Europeu, um grupo de acadêmicos e estudiosos interessados em examinar profundamente a UE, escreveu:

"O 'Corpus Juris' é um plano preparado pela comissão da UE, a pedido do Parlamento Europeu, para combater as fraudes no Orçamento. Ele encarregará um Promotor Público Europeu, no modelo inquisitorial continental, que terá sua jurisdição em toda a Europa, para instruir os juízes nacionais a emitir mandados de prisão contra os suspeitos, mantendo-os sob custódia por tempo indeterminado durante a investigação (ou extraditar para outros países da Europa), sem a obrigação de produzir evidências processuais e sem o direito de uma audiência pública nesse período."

"Os casos serão então julgados por tribunais especiais, compostas por juízes profissionais e 'sem jurados ou magistrados leigos'. Eles receberão poder para proferir sentenças de até sete anos."

"É intenção expressa da Comissão da UE e do presidente do Parlamento Europeu, Don Gil Robles, que esse sistema seja o 'embrião de um Código Penal Europeu' que será posteriormente estendido a todos os tipos de crime. Nos dias 8 e 9 de novembro de 1998, houve uma Conferência Interparlamentar em Estrasburgo em que o projeto do Corpus Juris foi apresentado para consideração informal. Os representantes de quatorze estados-membro expressaram concordância total com a idéia."

É desconcertante perceber que a UE esteja considerando uma legislação parecida com a prática judicial histórica da Igreja Católica Romana. Não existem os princípios básicos do Direito, como a pressuposição da inocência do réu e os trâmites judiciais necessários para salvaguardar a liberdade e a honra do acusado; o preso não tem o direito de ficar calado, de solicitar um advogado, etc. Seria coincidência? Ou será a repetição da história? Por séculos no passado, a Igreja de Roma empregou governos títeres para manter seu povo submisso e unido. Durante vários séculos, manteve promotores seculares e um sistema inquisitorial para aplicar penas contra aquilo que considerava heresia. As pessoas precisam perguntar qual será o derradeiro propósito do papado ao interferir nos assuntos europeus e internacionais e qual é a estrutura do papado que lhe daria poder político internacional para alcançar esses objetivos.

A Sociedade Civil em Nível Internacional, de Acordo com a Visão de Roma

"O Soberano Pontífice João Paulo II" vê a si mesmo como alguém capaz (e incumbido) de implementar o governo mundial. O novo Catecismo declara:

"É dever do estado defender e promover o bem-estar comum da sociedade civil. O bem comum de toda a família humana requer uma organização da sociedade no nível internacional."

E, de sua perspectiva, o "bem-estar comum da sociedade civil" é o Catolicismo Romano, seguido por todas as pessoas; defendido e imposto pelas autoridades civis; submissas à vontade da Santa Sé. A meta do pontífice para o ecumenismo prevê um governo mundial nas vidas política, econômica e social. Foi dessa forma que os antecessores de João Paulo II no Trono Pontifical também se expressaram. Por exemplo, Paulo VI em sua encíclica de 1967 sobre o tema "O Progresso dos Povos", em uma seção inteira intitulada "Rumo a uma Autoridade Mundial Efetiva" proclamou o seguinte:

"Essa colaboração internacional em escala mundial requer instituições que a prepararem, coordenem e direcionem até que, finalmente, esteja estabelecida uma ordem de justiça que seja reconhecida universalmente... Quem não vê a necessidade de se estabelecer progressivamente uma autoridade mundial capaz de agir efetivamente nos setores jurídico e político?"

Quem, de fato? Ao ouvirmos essa declaração precisamos olhar para o passado, para o testemunho da história, para o que sempre foi o propósito dos setores jurídico e político aos olhos de Roma: ser uma espada secular, manejada segundo seus caprichos! Quando ela for senhora do mundo, então, e somente então, haverá, em sua mente, uma "sociedade sadia".

A Corte Internacional de Justiça e os "Crimes Hediondos"

Assim falou o arcebispo Renato Martino (observador oficial da Santa Sé nas Nações Unidas), em 16 de junho de 1998, na Conferência Diplomática para o Estabelecimento de uma Corte Internacional de Justiça, em nome do Vaticano:

"Como disse o papa João Paulo: 'Dentro da comunidade internacional a Santa Sé apóia todos os esforços para o estabelecimento de estruturas jurídicas efetivas para salvaguardar a dignidade e os direitos fundamentais dos indivíduos e das comunidades. Tais estruturas, no entanto, nunca poderão ser suficientes por si mesmas; são apenas mecanismos que precisam ser inspirados por um firme e conservador compromisso moral com o bem [quem define esse bem?] da família humana como um todo.'" [ênfase adicionada]

O registro histórico da Igreja Católica Romana é de uma tirania absoluta e freqüentemente enganadora, mais comumente destruindo do que "salvaguardando a dignidade e os direitos fundamentais dos indivíduos", e o arcebispo certamente sabe disso. Ainda assim, Roma se considera a única autoridade quanto à moralidade. Essa posição, tão bem demonstrada pela Lei Canônica atual, implica que a Igreja Católica Romana seja a única que tem o direito de definir o que é "o bem da família humana como um todo". Dessa forma, não é difícil compreender seu grande interesse pela Corte Internacional de Justiça. Guarde bem essa informação assustadora: a Santa Sé tem um delegado na Associação Mundial de Juristas, fazendo assim com que a Lei Canônica Católica influencie o sistema judiciário em uma escala internacional. O arcebispo Martino também declarou:

"Aqueles que forem responsáveis por violações, pelos crimes mais hediondos que ofendem a consciência da família humana, os crimes que estiverem sob a jurisdição dessa Corte, devem ser obrigados a aceitar sua responsabilidade de acordo com as normas universais [leia-se "católicas"]... Qualquer estrutura ou regra que possa levar a decisões quanto à culpa ou inocência, e que esteja baseada em considerações políticas ao invés de jurídicas, tem um papel questionável no estatuto proposto."

Já que a Igreja de Roma afirma que suas leis, incluindo as que se referem à heresia, são "irreformáveis", a declaração de que "aqueles que forem responsáveis por violações nos mais hediondos crimes que ofendem a consciência da família humana... estarão sob a jurisdição dessa Corte" é ampla o bastante para incluir aquilo que Roma define como heresia. As igrejas cristãs bíblicas certamente se enquadrarão nessa categoria, exatamente como no tempo da Inquisição, em que oito milhões de protestantes foram executados! Só que, dessa vez, Roma matará bilhões. [Apocalipse 13:16-18]

Poder e Política

A Igreja Católica Romana lida com as nações usando o nome de "Santa Sé". Em sua página na Internet, ao comentar sobre "A Missão do Observador Permanente da Santa Sé nas Nações Unidas", ela afirma: "O termo Santa Sé aplica-se à autoridade central da Igreja, que transcende, embora inclua, o minúsculo e soberano Estado do Vaticano. Assim, a Santa Sé representa uma comunidade global, e não apenas os cidadãos do Vaticano."

Dessa forma, ela se apresenta simultaneamente como a "Santa Sé" e a "autoridade central". Aí então ela define a jurisdição dessa "autoridade central" abrangendo toda a "comunidade global". Estaríamos enganados se imaginássemos que apenas os católicos romanos estão incluídos nesse reino, pois os próprios dogmas de Roma ensinam que toda a humanidade está sob a autoridade do papa. O quão "magnânima" e "beneficente" essa "autoridade" pretende ser é uma conclusão previsível. Em uma concisa, intensa e reveladora lei oficial, a mesma autoridade declara: "A Santa Sé não é julgada por ninguém". Não há lógica, apenas tirania; essa sempre foi a marca de Roma nas páginas da história. A missão do papa também está claramente definida nos seus pronunciamentos oficiais. Ele define a Igreja assim: "a Igreja é um 'sacramento ou sinal e instrumento'... da unidade de toda a raça humana." Sem dúvida, a recusa em se submeter à "autoridade central" seria um crime hediondo que ofenderia a "consciência da família humana" e perturbaria a "unidade de toda a raça humana".

A Estrutura de Poder que Torna Possível o Poder Religioso Global

Parece que o objetivo da hierarquia da Igreja Católica de restaurar o Santo Império Romano está sendo realizado em escala mundial. Pondo de lado a simples estrutura organizacional bíblica da noiva de Cristo, a Igreja Católica expõe nitidamente a estrutura por meio da qual controla sua própria casa. Sua estrutura de poder é centralizada e totalmente ditatorial. A Igreja Católica Romana é um sistema de homens cuidadosamente estabelecidos em ordens de comando, trajando vestimentas que representam os postos hierárquicos. O papa detém a autoridade absoluta em seu Império: "Em virtude do seu ofício, o Supremo Pontífice possui infalibilidade em seus ensinos quando, como supremo pastor e mestre de todos os fiéis cristãos... proclama por meio de um ato definitivo que uma doutrina de fé ou de moral deve ser seguida". "Não existe apelo ou recurso contra uma sentença ou um decreto do Pontífice Romano". É, então, nesse momento que a "dignidade e os direitos fundamentais dos indivíduos e das comunidades" deixa de existir.

A Rede de Comando

O governo que ela imita não é o de uma igreja, mas o do Império Romano. Como na Roma imperial, sua estrutura de poder é similar, com um senado (Cúria), embaixadores (núncios) e uma rede mundial de influência. A hierarquia do catolicismo romano consiste do papa, de cardeais, patriarcas, arcebispos-primazes, arcebispos metropolitanos, arcebispos auxiliares, bispos diocesanos, bispos auxiliares, vigários episcopais, vigários apostólicos, prefeitos apostólicos, administradores apostólicos e vigários gerais. A maioria dos pastores e párocos da Igreja Católica lidam com os últimos na ordem regimental, os "vigários gerais".

Esmagadas debaixo dessa hierarquia estão as freiras e os leigos. Ao servirem a "Santa Mãe, a Igreja", eles obviamente deixam de observar que essa hierarquia é composta exclusivamente por homens celibatários. "Também sujeitos ao Santo Padre estão os bispos e arcebispos titulares, as ordens e congregações religiosas de direito pontifical, as instituições e universidades pontifícias, os núncios papais e os delegados apostólicos". "Dando assistência ao papa e agindo em seu nome no governo e na administração central da Igreja, estão os cardeais e demais oficiais da Cúria Romana."

A Imposição do Poder

A Igreja Católica Romana impõe suas rigorosas regras religiosas aos homens e às suas consciências. Quanto a isso, ela afirma que o papa é infalível e ninguém pode julgá-lo. O católico batizado deve assumir uma submissão fiel de vontade e de intelecto aos seus ensinos, mesmo quando esses não estejam definidos como infalíveis. Ela declara: "Essa submissão fiel da vontade e do intelecto deve ser feita, de forma especial, à autoridade esclarecedora autêntica do Pontífice Romano, mesmo quando ele não fala ex cathedra..." A Igreja Católica exerce autoridade sobre cerca de 814.779 mulheres que são freiras, 57.813 homens que ela chama de irmãos religiosos e 404.626 homens que chama de seus sacerdotes. Para as freiras, um voto de obediência, estranho ao pensamento bíblico, impõe a submissão. Sua Lei Canônica #601 ensina que "o conselho evangélico de obediência, realizado num espírito de fé e amor na obediência a Cristo, que foi obediente até a morte, requer uma submissão da vontade aos superiores legítimos, que ocupam o lugar de Deus quando comandam segundo as constituições adequadas."

A obediência ao Senhor Jesus Cristo, da forma como é ordenada na Bíblia, é pervertida no mundo católico à obediência a um superior local que "atua no lugar de Deus". Cada superior local presta contas ao seu supervisor imediato na rede de comando, uma progressão crescente que culmina no papa. A Igreja Romana chega ao ponto de declarar: "Os religiosos podem ser coagidos, por meio de penalidades, pelo responsável local (o bispo) de todas as maneiras às quais estão sujeitos a ele." (Cânon 1320; ênfase adicionada)

Ordens como essa estão em desacordo com os mandamentos bíblicos do Senhor aos seus servos:

"Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos.." (Mateus 23:8)

"... sede todos sujeitos uns aos outros ... " (1 Pedro 5:5)

Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. (Gálatas 5:1)

Na verdade, o papado não pode apontar um modelo no Novo Testamento que justifique sua estrutura hierárquica. E também vai de encontro à lei federal e estadual que não permite que um poder estrangeiro coaja um cidadão norte-americano.

A Difícil Situação do Católico Romano

O que segue é um resumo de Peter de Rosa, um escritor católico romano: "O dilema dos católicos norte-americanos de hoje é o mesmo da maioria dos católicos. Eles vivem duas ideologias conflitantes. O patriotismo e a religião têm pouco em comum... Dentro do país, o católico desfruta da abertura, da total liberdade de culto, da democracia. Ele assume que a liberdade leve a um aprofundamento da verdade. Está acostumado com as eleições para escolher e julgar seus líderes; pode elegê-los, ou mandá-los para casa. Ele exige explicações dos líderes à imprensa, liberdade de informação e uma mídia tão independente que seja como um segundo governo. Na Igreja, o católico tem que conviver com um sigilo total e nenhuma prestação de contas. Não existem escolhas nem eleições. Ele não escolhe os bispos ou o papa; deve aceitar o que lhe é oferecido. Na Igreja, não existem entrevistas coletivas à imprensa, nem balanços, nem explicações. O controle que vem de cima é absoluto."

O Soberano Poder Pontifício e os Evangélicos Ingênuos

Alguns evangélicos que costumavam alertar sobre o "governo mundial" agora parecem estar correndo para os braços dessa "autoridade central". Eles se recusam a reconhecer o que a Igreja Católica é e a forma como opera - não como uma igreja, mas como um império sócio-político. Por exemplo, Charles Colson, Timothy George, Os Guinness, Richard Land, Max Lucado, T. M. Moore, Mark A. Noll e J. I. Packer endossaram "O Dom da Salvação", um documento que começa com a seguinte declaração: "Damos graças a Deus porque nos últimos anos muitos evangélicos e católicos têm sido capazes de expressar uma fé comum em Cristo e de reconhecer uns aos outros como irmãos e irmãs em Cristo, inclusive nós mesmos."

Se Cristo fosse o único Senhor e Mestre deles, não se uniriam ao sistema do "Soberano Pontífice João Paulo II". Essa lamentável ocorrência dentro de círculos cristãos evangélicos nos dias atuais serve como prova de que a apostasia profetizada está em plena marcha aqui e agora e com esses líderes. Não podemos saber, mas é bem provável que esses líderes evangélicos, que cometeram a besteira de assinar esse documento e que levaram seus rebanhos a crer nesses princípios, vivam o suficiente para ver o leão romano "bramando e buscando a quem possa tragar".

A Bíblia Sagrada e Roma

O Espírito Santo, prevendo todas essas coisas e sendo o guia e o consolador da verdadeira igreja, já providenciou uma resposta divina para o perigoso, onipresente e renascido Sacro Império Romano. Na Bíblia, o Espírito de Deus expõe a Igreja de Roma como sendo bela aos olhos deste mundo perdido, mas deplorável por sua apostasia. Para os que crêem, ele quebrou seus encantamentos, arrancou sua máscara e escreveu com letras bem grandes seu nome para todos verem: MISTÉRIO, A GRANDE BABILÔNIA. Os cristãos verdadeiros devem comparar tudo com Palavra do Deus Eterno, Santo, Imutável, Todo-Poderoso, Onisciente e Sábio. Quando confrontados com o leviatã de Roma, os cristãos podem ter no Senhor uma confiança semelhante àquela de Davi quando comparou o poder de Golias ao do Deus Verdadeiro: "Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado." (I Samuel 17:45). É tarefa do Senhor desfazer o iníquo pelo seu poder: "E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda." Até isso acontecer, multidões serão salvas dela "com temor, arrebatadas do fogo". Essa promessa da graça deve-se à palavra da verdade do Evangelho. O Senhor Jesus Cristo, que é a cabeça exaltada da igreja e o seu Espírito soberano, dão conforto e vitória pois "o evangelho de Cristo é o poder de Deus para a salvação" (Romanos 1:16).

Agora Compreendemos as Palavras do Plano da Casa da Teosofia

Conforme relatei em outros artigos, no seminário exclusivo para membros, realizado em 18 de agosto de 1991 pelo diretor da Casa de Teosofia da Nova Inglaterra, ele divulgou a informação que papa católico romano seria o principal líder religioso na vindoura Nova Ordem Mundial (Veja os detalhes lendo o artigo A Religião Mundial Já Está Formada - Equivalente Espiritual das Nações Unidas). Ele também declarou que o papa é um "receptor adequado para o Cristo" (o Cristo da Nova Era, o Anticristo bíblico). Essa designação, buscada vigorosamente por João Paulo II e prometida a ele pela Virgem Maria em uma visão, faz do papa o futuro Falso Profeta, que exercerá os mesmos poderes ocultistas que o Anticristo. (Apocalipse 13:11-13)

Portanto, agora o ciclo se encerra. A União Européia está estabelecendo organizações judiciais que servirão ao propósito e aos caprichos do Sumo Pontífice católico romano. Com os presidentes Bush (pai) e Clinton deliberadamente entregando a soberania norte-americana às Nações Unidas e à Corte Mundial, quanto tempo levará até que o poder de Roma se estenda aos cincoenta estados da União Americana?

Agora você pode entender por que o papa João Paulo II restabeleceu o Tribunal de Inquisição (chamado de Congregação para a Doutrina da Fé), com o cardeal Ratzinger no comando. Juntando-se todos os demais sinais de que estamos no final dos tempos, essas notícias devem ser recebidas com extrema cautela e com muita oração intercessória, pois a época da "aniquilação dos santos" pode estar bem próxima.Fonte:www.jesussite.com

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