sábado, 24 de julho de 2010

RORAIMA

LENDAS DE RORAIMA

 

A LENDA DE MACUNAIMA
O Sol era apaixonado pela Lua, mas nunca se encontravam. Quando o Sol ia se pondo, era hora da Lua ir nascendo... E assim viveram por milhões e milhões de anos...

Uma enorme montanha, muito alta, repousa no meio dos imensos campos de Roraima. Em cima, um vale de cristais e um lago de águas cristalinas, os quais reservam para si os mistérios da natureza. Um belo dia, o Sol atrasou-se um pouco (eclipse) e o tão ansiado encontro aconteceu. Seus raios dourados refletiram, juntamente com os raios prateados da Lua, no lago misterioso... Nesse encontro, Macunaíma foi fecundado!

Macunaíma curumim esperto, cheio de magias, teve como berço o Monte Roraima.... Cresceu forte e tornou-se um índio guerreiro; os índios Macuxi o proclamaram herói de sua tribo.

“A bravura desse homem não se mede pelas armas que usou, mede-se pelos feitos que o tempo projetou”.

Macunaíma era justiceiro. Havia, próximo à montanha, uma árvore diferente, misteriosa. A Árvore de Todos os Frutos. Dela nasciam, a banana, o abacaxi, o buriti, o tucumã, enfim todas as frutas tropicais.

Ninguém podia pegá-las! Somente Macunaíma colhia seus frutos dividia-os entre todos, igualmente. Mas a ambição tomava conta da tribo. Assim, os índios desobedeceram, mexeram na árvore, arrancando-lhe todos os frutos e quebrando-lhes os galhos, para plantarem, pois, queriam mais árvores desse mesmo tipo.

A Árvore Sagrada perdeu a sua magia e Macunaíma ficou furioso! Num gesto de justiça, queimou toda a floresta, petrificou a árvore e, amaldiçoando a todos, ordenou que fossem embora. Da imensa floresta verde, restaram apenas cinza e carvão.

E, até hoje, em frente ao Monte Roraima, está a Árvore Sagrada, petrificada. Macunaíma, em espírito, repousa, tranqüilo, no Monte Roraima.
 





Fotos: site lagransabana.com e rutasalvaje.com
A LENDA DO MONTE RORAIMA
A origem da palavra vem da língua indígena pemon (TAUREPANG), Roro-imã que significa monte verde. Outro sentido atribuído a palavra é serra do caju. Mas o nome do estado de Roraima, segundo os historiadores, é uma referencia ao Monte Roraima, uma formação da era pré-cambriana, a 2.875 metros de altitude.

Conta uma lenda dos Macuxis, referente ao imponente Monte Roraima, que no passado, não havia ali nenhuma elevação, não se encontrava nenhum planalto, as terras ali eram baixas, alagadiças, próprias para capivaras e aves aquáticas. Nas vizinhanças viviam diversas tribos indígenas, muito mais do que hoje vivem. A vida era paradisíaca. Muita caça, muita pesca, muitos frutos. O arco e flecha e a sarabatana garantiam a fartura. Certo dia porém, sem que os pajés pudessem explicar, nasceu nesse local, uma viçosa PARURU (bananeira), planta nunca vista naquelas paragens. Em pouco tempo aquela árvore cresceu assustadoramente dando belos e incríveis frutos. Todos ficaram estarrecidos com aquilo, mas um aviso divino aos pajés proibiu que se tocasse na árvore ou nos seus frutos, alegando que se tratava de um ser sagrado. Se essas recomendações fossem desobedecidas, infinitas desgraças aconteceriam, a caça desapareceria, os frutos murchariam e a terra tomaria forma diferente. Ninguém, então, ousava tocá-los, eles eram sagrados e PAABA (deus) não gostaria de ver sua determinação desrespeitada. Ao alvorecer de um belo dia, as populações indígenas foram tomadas por indescritível surpresa: Alguém, quem não se sabia o nome, havia cortado criminosamente a bananeira e roubado o cacho precioso, cujas bananas estavam amareladas qual ouro do Quinô. Em poucos instantes a natureza protestou violentamente. Trovões, relâmpagos abal Fonte: www.roraimavirtual.com.br

BELEM DO PARÁ

MANAUS - AMAZONIA URBANA

sexta-feira, 23 de julho de 2010

AMAZONIA URBANA

AMAZONIA URBANA

Amazônia urbana


A retirada dos não-índios da Raposa Serra do Sol ainda pode render mais algumas histórias. O que é natural. Com a reserva indígena decretada, inicia-se um novo ciclo e novas opiniões. Dou-lhes uma: "Saiam da Amazônia! Se a terra foi garantida para os índios, que a cultura deles também seja garantida." Não, não sou eu quem está dizendo, mas assinaria embaixo. E quem diz, então? O escritor manauense Milton Hatoum, conhecedor como poucos do mundo amazônico. Filho de imigrantes libaneses, nasceu em Manaus em 1952 e é ganhador de três Jabutis, o mais prestigiado prêmio literário no Brasil.
Suas palavras no parágrafo acima têm a ver com sua posição totalmente contrária à presença de evangélicos e quaisquer missionários na reserva Raposa Serra do Sol. Em entrevista à revista de História da Biblioteca Nacional deste mês, ele também ressalta que não se pode proibir o Estado de entrar em terras indígenas e se diz a favor de uma ocupação das fronteiras pelo Exército e pela Marinha.
Por quê? Para começar, os povos das fronteiras não são apenas brasileiros. Os índios do Alto Rio Negro, por exemplo, também são colombianos. Costumam se expressar no idioma próprio de sua tribo, falam tukano (etnia hegemônica), língua geral (nheengatu), português e alguns se comunicam em espanhol. Poliglotas. Inacreditável? Estive várias vezes por lá e pude constatar essa realidade desconhecida da maioria dos brasileiros.
Para se ter uma idéia, em São Gabriel da Cachoeira, o terceiro maior município do país, com 109.180 km² de extensão, 90% da população é indígena; prefeito tariano e sub-prefeito baniwa. Todos estão inseridos na vida econômica, política e cultural da região como agricultores, comerciantes, bancários, professores, vereadores, artesãos, pajés, militares, etc. Informatizados, têm internet e vivem misturados com os não-índios. Lá no Alto Rio Negro, fronteira com Colômbia e Venezuela, na chamada Cabeça do Cachorro.
Mas esse tipo de assunto parece interessar pouco aos outros habitantes do Brasil. E por me deparar volta e meia com posições sem pé nem cabeça relativas à Amazônia, fez-me um bem danado ler a entrevista de Milton Hatoum. Ele se queixa da visão estereotipada que estrangeiros e brasileiros têm do tema. Das pessoas não perceberem que existem "muitas Amazônias". E daí não admitirem que certas paisagens como as existentes em Roraima são totalmente diferentes das do médio Amazonas ou do Alto Rio Negro.
Outra coisa que o incomoda bastante é as pessoas do Brasil e do resto do mundo ignorarem a Amazônia urbana. Desconhecerem que cerca de 80% dos habitantes amazônicos estão nas cidades. "Metade de Manaus não tem água, e o maior rio do mundo está logo ali. Isso para mim é gravíssimo." Alguém tem dúvida de que Hatoum está com a razão? Porém, atenção. Nada disso significa que despreze a luta e propostas interessantes de preservação ambiental. Ele acredita que o manejo florestal é totalmente possível. Concorda com opções que vão de perfumes e cosméticos a plantas medicinais e uma variedade enorme de frutas. Entretanto, ressalta, tem que envolver os pesquisadores que moram na região. Gente do Museu Goeldi, do Inpa, da Embrapa, das universidades. "Infelizmente, essas pessoas não são ouvidas", lamenta.
E enfatiza que o estado do Amazonas preservou a floresta e destruiu a cidade. Algo que passa ao largo dos ecomilitantes. Manaus era ocupada por 300 mil pessoas em 1968 e hoje tem quase 2 milhões de habitantes; por causa da criação da Zona Franca, evidente. O crescimento caótico a transformou numa cidade violenta. Que não impediu a atração de executivos e técnicos de outras partes do Brasil (principalmente paulistas), coreanos, japoneses...
Quer dizer, a memória urbana manauense foi arrasada. E se Hatoum não contasse, poucos cariocas saberiam agora que havia uma linda praça em Manaus, a praça São Sebastião, "com pedras portuguesas, cujo desenho de ondas pretas e brancas inspirou Burle Marx para fazer o calçadão de Copacabana". Você sabia?Fonte:www,oglobo.globo.com

quarta-feira, 21 de julho de 2010

LITERATURA ECOLÓGICA

Literatura ecológicaOneRiot
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

O literatura ambiental é uma ramo ou gênero de literatura que se especializa no tratamento de problemas relacionados especificamente à ecologia.[1]


Descrição do gênero

Este é um gênero literário que vem ganhando crescente nos últimos tempos , onde cada dia é mais o material pode ser encontrado nesta matéria.
O tópico geralmente são desenvolvidos por cientistas, filósofos, Scholars natureza, observadores da fenómenos clima, Meteorologistas, físico, químico, Biólogos e Geólogos, Entre muitos outros especialistas estudar as questões directamente relacionadas com a ambiente e seres nele. Os objectivos visam melhorar qualidade de subsistência nosso habitat e os seus ocupantes ; sensibilização sobre o maior cuidado a ser posto homem quanto ao tratamento dos naturezaE alertam para o rápido processo de destruição que , consciente ou inconscientemente , está sendo provocado em vida todo um conjunto Principais Objetivos
Como temos avançados tempoO homem (Que tem causado às vezes inconscientemente grande devastação em natureza) é reflectindo em perigos oscilando em torno de futuro de humanidade e planetaAssim, pretende "escrever chamada meditação o gênero em geral humanoMas, mais profundamente para as novas gerações para que não abandonem a estudo das causas que estão gerando o acelerado processo de destruição planeta e tudo que nele habita , com o objetivo principal de concentrar grande parte da sua atenção, seu critériosE conhecimentoEm desenvolvimento programas e ações que entram em operação imediatamente para diminuir a devastação[2] da Terra.

 Construindo o conhecimento

Aqueles que são profundos conhecedores da grave problemas à frente de uma futuro não há muito tempo , buscando tornar-se mais consciência entre os jovens , que naturalmente tendem a espalhar em outros tópicos, talvez não seja tão necessário como é este , "assim que cada vez mais lidar com o estudo de questões que abrangem todos os ramos que lidam com o "ecologia"Em todas as áreas abrangidas .

 Referências

  1. Ecologia é o estudo das relações entre organismos vivos eo seu meio ambiente ou a distribuição e abundância dos seres vivos , e como essas propriedades são afetadas pela interação entre os organismos e seu ambiente. O ambiente inclui as propriedades físicas que podem ser descritos como sendo a soma dos fatores abióticos locais , como clima e geologia, e de outras agências que compartilham o mesmo habitat ( bióticos) Fonte : Wikipedia.
  2. Segundo os cientistas, as espécies animais e vegetais estão desaparecendo mais rapidamente do que nunca desde o desaparecimento dos dinossauros há 65 milhões de anos, no final do período Cretáceo . Desde 1990 , 12 % dos mamíferos e 11 % das aves em todo o mundo têm vindo a ser considerada ameaçada de extinção de espécies em perigo ou ameaçados. Só nos Estados Unidos 1.143 espécies estão ameaçadas e outras 150 estão na lista de espécies ameaçadas de extinção . A perda de biodiversidade tem muitas implicações além da perda de espécies devido à necessidade de se manter os ciclos naturais são essenciais para a sobrevivência humana . Por exemplo, a interação de espécies vegetais e animais de água doce fator contribuinte para a manutenção de limpeza do ecossistema das zonas húmidas e por sua vez, estas plantas fornecem a matéria-prima necessária para produzir 25 % dos medicamentos vendidos em Estados Unidos. Enciclopédia Encarta Fonte: .Fonte:wikipedia

domingo, 18 de julho de 2010

BIODIVERSIDADE MARINHA

BIODIVERSIDADE MARINHA E TERRESTRE

Biodiversidade marinha e terrestre

Escrito em março 14, 2010 12:25 PM, por Roberto
Neste ano, o internacional da biodiversidade, este assunto será cada vez mais recorrente, como assinalado recentemente em editorial da revista Science (Marton-Lefèvre, 2010). Sua importância não pode ser minimizada, uma vez que as metas estabelecidas durante a Convenção da Diversidade Biológica (2002) não foram cumpridas. Tal como o aquecimento global (fato ou mito? Ninguém sabe realmente), as metas da CBD não foram, nem de longe, atingidas. Segundo a International Union for Conservation of Nature, atualmente 47.677 espécies biológicas encontram-se em risco de extinção, das quais  17.291 são as mais diretamente ameaçadas e incluem 12% de pássaros, 21% de mamíferos, 30% de anfíbios, 27% de corais de recifes e 35% de coníferas e cicadáceas.

Fato surpreendente é o relato recente que a biodiversidade marinha é muito menor do que a biodiversidade terrestre, quando se considera o número de espécies nos dois ambientes. O levantamento mostra que de cada 10 espécies biológicas, 9 situam-se em ambiente terrestre, segundo Richard Grosberg e Geerat Vermeij, da University of California em Davis. Os pesquisadores assinalam que tal distribuição é relativamente recente, uma vez que há 400 milhões de anos, no período Devoniano, a predominância era de espécies marinhas. Contudo, há cerca de 110 milhões de anos as plantas terrestres começaram a sofrer um intenso processo de especiação, e, em paralelo, seus respectivos agentes polinizadores, micro-organismos associados (os assim chamados micro-organismos endofíticos) e predadores herbívoros. Em conseqüência, o número de espécies biológicas terrestres sofreu um enorme incremento, deixando a biodiversidade marinha muito aquém em número de espécies.

Mas tal observação não é nova. Já em 1994, Robert May da University of Oxford (Inglaterra) observou que 85% das espécies macroscópicas situam-se em terra firme, utilizando um levantamento feito com base no registro de espécies até então catalogadas. A disparidade do número de espécies entre ambiente terrestre e marinho é detectável até mesmo em áreas de alta densidade biológica, como em florestas tropicais X recifes de corais: no primeiro caso, pode-se chegar a 475 espécies vegetais e 25.000 espécies de insetos em um hectare de terra, mas em um hectare de recife de coral observa-se “apenas” 300 espécies de corais, 600 espécies de peixes e 200 espécies de algas.

Vários fatores podem, aparentemente, ter influenciado esta diferença, como a muito maior densidade da água quando comparada com a do ar, fazendo com que larvas e sinalizadores químicos sejam transportados com muito mais dificuldade no meio marinho do que no terrestre. Além disso, o maior calor específico da água (quantidade de calor para aumentar de 1 grau Celsius a quantidade de 1 g de água. No caso, 1 caloria) pode tornar os organismos marinhos menos funcionais quando do aumento da temperatura da água, uma vez que a possibilidade de dispersar o excesso de calor torna-se muito mais difícil. Desta forma, o ambiente terrestre seria muito mais propício para os processos adaptativos que regem o processo de evolução através da seleção natural.

Mas os fatores físicos são apenas algumas das justificativas que explicam o porquê da riqueza da biodiversidade terrestre ser tão maior do que a marinha. Com a “explosão” das plantas floríferas há cerca de 110 milhões de anos atrás, estas ocuparam praticamente todos os ambientes terrestres onde podiam se desenvolver. E, em paralelo, as espécies associadas a estas plantas, como de insetos, herbívoros e micro-organismos. Como a dispersão das espécies pelo ar é muito mais rápida e pode atingir longas distâncias, o surgimento de um número excepcional de espécies terrestres foi muito favorecido. Como a dispersão no meio marinho é muito mais difícil, as espécies marinhas tendem a viver de forma aglutinada, formando comunidades de alta densidade populacional – os recifes de corais. Nesta situação, as espécies que vivem intimamente associadas em recifes de corais se tornam particularmente vulneráveis a doenças, predação e fatores ambientais como aquecimento e ocorrência de desastres como maremotos e furacões. Tais fatos já foram extensivamente observados nos corais da região caribenha e das Bahamas, pois estão continuamente expostos a enormes furacões que movimentam as águas oceânicas de maneira extremamente agressiva, deixando um enorme rastro de destruição de corais e suas espécies associadas. São necessárias décadas para que tais recifes voltem a apresentar suas características originais. O mesmo vale para corais da Grande Barreira de Corais da Austrália, que sofrem particularmente com efeito de branqueamento dos corais (morte de zooxantelas e outras cianobactérias) em decorrência de mudanças na temperatura da água bem como nas taxas de dissolução de CO2 na água do mar.

Outro fator que pode ter contribuído para um aumento significativo na biodiversidade terrestre é o aumento significativo na vascularização das plantas superiores com o passar dos anos. Tal fator levou a um aumento importante na biomassa das plantas, e pode ter contribuído para a ocupação de nichos ecológicos ainda disponíveis.

http://scienceblogs.com.br/quimicaviva/2010/03/biodiversidade_marinha_e_terre.php
 
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