Powered By Blogger

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

PEGADAS NA AREIA

MENSAGEM

Desejo a todos os internáutas e missionários que estão cumprindo sua missão no Peru, um feliz 2010. E que façam o trabalho do Senhor com amor e alegria. FELIZ  ANO  NOVO!

IMAGENS DA NATUREZA ABENÇOADA POR DEUS


LINDAS IMAGENS DE MACHU PICCHU CIDADE PERDIDA DOS INCAS


MACHU PICCHU - CIDADE DOS INCAS

Machu PicchuOneRiotYahooAmazonTwitterdel.icio.us

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Pix.gif Santuário Histórico de Machu Picchu
Flag of UNESCO.svg
Patrimônio MundialUnesco
Sunset across Machu Picchu.jpg
Machu Picchu
Informações
Inscrição: 1987
Localização: 13° 9′ 47" S 72° 32′ 44" O
Critérios: C(i) C(iii) N(i) N(iii)
Descrição UNESCO: fr en
Machu Picchu (em Portugal também denominado de Machu Pichu)[1], em quíchua Machu Pikchu, "velha montanha", também chamada "cidade perdida dos Incas", é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru. Foi construída no século XV, sob as ordens de Pachacuti. O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. Apenas cerca de 30% da cidade é de construção original, o restante foi reconstruído. As áreas reconstruídas são facilmente reconhecidas, pelo encaixe entre as pedras. A construção original é formada por pedras maiores, e com encaixes com pouco espaço entre as rochas.
Consta de duas grandes áreas: a agrícola formada principalmente por terraços e recintos de armazenagem de alimentos; e a outra urbana, na qual se destaca a zona sagrada com templos, praças e mausoléus reais.
O lugar foi elevado à categoria de Património mundial da UNESCO, tendo sido alvo de preocupações devido à interacção com o turismo por ser um dos pontos históricos mais visitados do Peru.
Há diversas teorias sobre a função de Machu Picchu, e a mais aceita afirma que foi um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, no caso de ataque.
O Peru é o berço da civilização Inca, cujas marcas estão espalhadas pelo país, representadas nas sagradas ruínas de Machu Picchu, nos templos grandiosos e na natureza exuberante de Inca.
A 7 de Julho de 2007, em Lisboa, estádio da Luz, Portugal, o monumento foi eleito e considerado oficialmente como uma das sete maravilhas do Mundo.

MACHU PICHU

A 2400 metros de altitude, Machu Picchu está situada no alto de uma montanha, cercada por outras montanhas e circundada pelo rio Urubamba, o que lhe proporciona uma atmosfera única de segurança e beleza. Isto explica que não foi por acaso que a civilização Inca escolheu esta montanha. Pela obra humana e pela localização geográfica, Machu Picchu é considerada patrimônio cultural da humanidade.
A disposição dos prédios, a excelência do trabalho e o grande número de terraços para agricultura são impressionantes, destacando a grande capacidade daquela sociedade. No meio das montanhas, os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de maneira organizada, abrindo ruas e aproveitando o espaço com escadarias. Segundo a histórica inca, tudo planejado para a passagem do deus sol.
É possível chegar à cidade sagrada de trem, mas a opção imperdível para quem gosta de aventura é percorrer a Trilha Inca e chegar em Machu Picchu pela Porta do Sol. Pode-se realizar a Trilha Completa, caminhando os 45 quilômetros em quatro dias com pernoites nos acampamentos com total infra-estrutura, ou fazer a Trilha Curta, que pode ser realizada de duas maneiras: em dois dias, com pernoite no alojamento próximo às ruínas de Wina Wayna, chegando à Porta do Sol pela manhã ou caminhar os 12 quilômetros num único dia, chegando em Machu Picchu no final da tarde.

HISTÓRIA DE MACHU PICCHU

Redescobrimento

Vista da cidadela de Machu Picchu em 1911.
Foi o professor norte-americano Hiram Bingham quem, à frente de uma expedição da Universidade de Yale, redescobriu e apresentou ao mundo Machu Picchu em 24 de julho de 1911. Este antropólogo, historiador ou simplesmente, explorador aficcionado da arqueologia, realizou uma investigação da zona depois de haver iniciado os estudos arqueológicos. Bingham criou o nome de "a Cidade Perdida dos Incas" através de seu primeiro livro, Lost City of the Incas. Porém, naquela época, a meta de Bingham era outra: encontrar a legendária capital dos descendentes dos Incas, Vilcabamba, tida como baluarte da resistência contra os invasores espanhóis, entre 1536 e 1572. Ao penetrar pelo cânion do Urubamba, Bingham, no desolado sítio de Mandorbamba, recebeu do camponês Melchor Arteaga o relato que no alto de cerro Machu Picchu existiam abundantes ruínas. Alcançá-las significava subir por uma empinada ladeira coberta de vegetação.
Quando Bingham chegou à cidade pela primeira vez, obviamente encontrou a cidade tomada por vegetação nativa e árvore. E também era infestada de víboras.
Embora céptico, conhecedor dos muitos mitos que existem sobre as cidades perdidas, Bingham insistiu em ser guiado ao lugar. Chegando ao cume, um dos meninos das duas famílias de pastores que residiam no local o conduziu aonde, efetivamente, apareciam imponentes construções arqueológicas cobertas pelo manto verde da vegetação tropical e, em evidente estado de abandono há muitos séculos. Enquanto inspecionava as ruínas, Bingham, assombrado, anotou em seu diário:
"Would anyone believe what I have found?" (Acreditará alguém no que encontrei?). Hiram Bingham
Depois desta expedição, Bingham voltou ao lugar em 1912 e, nos anos seguintes (1914 e 1915), diversos exploradores levantaram mapas e exploraram detalhadamente o local e os arredores.
Suas escavações, não muito ortodoxas, em diversos lugares de Machu Picchu, permitiram-lhe reunir 555 vasos, aproximadamente 220 objetos de bronze, cobre, prata e de pedra, entre outros materiais. A cerâmica mostra expressões da arte inca e o mesmo deve dizer-se das peças de metal: braceletes, brincos e prendedores decorados, além de facas e machados. Ainda que não tenham sido encontrados objetos de ouro, o material identificado por Bingham era suficiente para inferir que Machu Picchu remonta aos tempos de esplendor inca, algo que já evidenciava seu estilo arquitetônico.
Bingham reconheceu também outros importantes grupos arqueológicos nas imediações: Sayacmarca, Phuyupatamarca, a fortaleza de Vitcos e importantes trechos de caminhos (Caminho Inca), todos eles interessantes exemplos da arquitetura desse império. Tanto os restos encontrados como as evidências arquitetônicas levam os investigadores a crer que a cidade de Machu Picchu terminou de ser construída entre fim do século XV e início do século XVI.
Panorama de Machu Picchu em meio às cadeias de montanhas peruanas.
A expedição de Bingham, patrocinada não somente pela Universidade de Yale como também pela National Geographic Society, foi registrada em uma edição especial da revista, publicada em 1913, contendo um total de 186 páginas, que incluia centenas de fotografias.

GEOGRAFIA DE MACHU PICCHU

Localização



Localização das ruínas de Machu Picchu, no Canhão) do Urubamba. Observe-se a curva que o rio descrevem em torno das montañas Machu Picchu e Huayna Picchu.


Mapa da localização de Macchu Picchu.
Machu Picchu se encontra a 13º 9' 47" de latitude sul e 72º 32' 44" de longitude oeste. Faz parte do distrito de mesmo nome, na província de Urubamba, no Departamento de Cusco, no Peru. A cidade importante mais próxima é Cusco, atual capital regional e antiga capital dos incas, a 130 quilômetros dali.
As montanhas Machu Picchu e Huayna Picchu são parte de uma grande formação orográfica conhecida como Batolito de Vilcabamba, na Cordilheira Central dos Andes peruanos. Encontram-se na margem esquerda do chamado Canyon do Urubamba, conhecido antigamente como Quebrada de Picchu.[2] Ao pé dos montes e praticamente rodeando-os, corre o rio Urubamba (Vilcanota). As ruínas incas encontram-se a meio caminho entre os picos das duas montanha, a 450 metros acima do nível do vale e a 2.438 metros acima do nível do mar. A superfície edificada tem aproximadamente 530 metros de comprimento por 200 de largura e contém 172 edifícios em sua área urbana.
As ruínas, propriamente ditas, estão dentro de um território do Sistema Nacional de Áreas Naturais Protegidas pelo Estado (SINANPE),[3] chamado Santuário Histórico de Machu Picchu, que se estende sobre uma superfície de 32 592 hectares, (80 535 acres ou 325,92 km²) da bacia do rio Vilcanota-Urubamba (o Willka mayu ou "rio sagrado" dos incas). O Santuário Histórico protege uma série de espécies biológicas em perigo de extinção e vários estabelecimentos incas,[4] entre os quais Machu Picchu é considerado o principal.

[editar] Formas de acesso

  • A partir da cidade de Cusco a viagem de trem leva três a quatro horas, até chegar ao povoado de Águas Calientes. Neste local há micro-ônibus frequentes, que levam cerca de 30 minutos para chegar a Machu Picchu.
  • Seguindo o Caminho Inca em uma caminhada de quatro dias.
  • A partir da cidade de Cusco, fazer o passeio do Vale Sagrado dos Incas até Ollantaytambo e aí tomar o trem até Aguas Calientes e daí em micro-ônibus.
  • Também é acessível de helicóptero, em um voo de trinta minutos a partir de Cusco.

[editar] Divisões

Principales sectores de Machu Picchu, de acuerdo a la nomenclatura utilizada por los arqueólogos del INC-Cusco.
A área edificada em Machu Picchu é de 530 metros de comprimento por 200 de largura e inclui ao menos 172 recintos. O complexo está claramente dividido em duas grandes zonas: a zona agrícola, formada por conjuntos de terraços de cultivo, que se encontra ao sul; e a zona urbana, que é aquela onde viveram seus ocupantes e onde se desenvolviam as principais atividades civis e religiosas. As duas zonas estão separadas por um muro, um fosso e uma escadaria, elementos que correm paralelos pela face leste da montanha.

[editar] Zona agrícola

Os terraços de cultivo de Machu Picchu aparecem como grandes escadarias construídas sobre a ladeira. São estruturas formadas por um muro de pedra e preenchidas com diferentes capas de material (pedras grandes, pedras menores, cascalho, argila e terra de cultivo) que facilitam a drenagem, evitando que a água se empoce (leve-se em conta a grande pluviosidade da região) e desmorone sua estrutura. Este tipo de construção permitiu que se cultivasse neles até a primeira década do século XX. Outros terraços de menor largura se encontram na parte baixa de Machu Picchu, ao redor de toda a cidade. Sua função não era agrícola, mas sim servir como muros de contenção.
Cinco grandes construções localizam-se sobre os terraços ao leste do caminho inca que chega a Machu Picchu pelo sul. Foram utilizados como armazéns. A oeste do caminho encontram-se outros dois grandes conjuntos de terraços: alguns concêntricos de corte semicircular e outros retos.

[editar] Zona urbana

[editar] Setor Hanan

Conjunto 1
Templo do Sol


O recinto curvo do Templo do Sol ou Torreón
O Templo do Sol é acessível por uma porta dupla, que permanecia fechada (há restos de um mecanismo de segurança. A edificação principal é conhecida como "Torreón", de blocos finamente lavrados. Foi usado para cerimônias relacionadas com o solstício de verão.[5] Uma de suas janelas mostra sinais de ornamentos incrustados que foram arrancados em algum momento da história de Machu Picchu, destruindo parte de sua estrutura. Mostra também sinais de um grande incêndio no lugar. O Torreón está construído sobre uma grande rocha sob a qual há uma pequena cova que foi forrada completamente com argamassa fina. Supõe-se que foi um mausoleo e que em seu interor havia múmias. Lumbreras também especula que há indícios para afirmar que pode ser o mausoleo de Pachacutec e que sua mumia esteve ali até pouco depois da chegada dos espanhóis em Cusco.[6]
Residência Real
Zona sagrada


A estrutura connhecida como Templo Principal.
É chamado assim o conjunto de construções dispostas em torno de um pátio quadrado. Todas as evidências indicam que o lugar estava destinado a diferentes rituais. Inclui dois dos melhores edifícios de Machu Picchu, que estám formados por rochas trabalhadas de grade tamanho: O Templo das Três Janelas, cujos muros de grandes blocos poligonais foram ensam postos como um quebra-cabeças, e o Templo Principal, de blocos mais regulares, que se crê que foi o principal recinto cerimonial da cidade. Junto com este último está a chamada casa do sacerdote, ou câmara dos ornamentos. Há indícios que sugerem que o conjunto geral não terminou de ser construído.
Intihuatana


Intihuatana: relógio e calendário solar.
Trata-se de uma colina cujos lados foram convertidos em terraços, tomando a forma de uma grande pirâmide de base poligonal. Inclui duas largas escadas de acesso, ao norte e ao sul, sendo esta última especialmente interessante por estar em largo trecho talhada em um só rocha. No alto, rodeada de construções da elite, encontra-se a pedra Intihuatana (onde se amarra o Sol), um dos objetos mais estudados de Machu Picchu, que foi relacionado com uma série de lugares considerados sagrados a partir do qual se estabelecem claros alinhamentos entre acontecimentos astronômicos e as montanha circundantes.[7]

[editar] Setor Urin

Rocha sagrada
Se chamam assim uma pedra de face plana colocada sobre um amplo pedestal. É uma marcação que indica o extremo norte da cidade e é o ponto de partida do caminha a Huayna Picchu.
Grupo das três portas
É um amplo conjunto arquitetônico dominado por três grandes kanchas dispostas simetricamente e comunicadas entre si. Suas portas, de idêntico formato, dão para a zona central de Machu Picchu. [8]

[editar] Aspectos construtivos

[editar] Engenharia hidráulica e de solo

Uma cidade de pedra construída no alto de um istmo entre duas montanhas e entre duas falhas geológicas, em uma região submetida a constantes terremotos e, sobretudo a constantes chuvas o ano todo apresenta um desafio para qualquer construtor: evitar que todo o complexo se desmorone. Segundo Alfredo Valencia e Keneth Wright "o segredo da longevidade de Machu Picchu é seu sistema de drenagem".[9] O solo das áreas não trabalhadas possui um sistema de drenagem que consiste em capas de pedras trituradas e rochas para evitar o empoçamento da água das chuvas. 129 canais de drenagem se estendem por toda a área urbana, feitos para evitar a erosão, desembocando em sua maior parte no fosso que separa a área urbana da agrícula, que era na verdade o desague principal da cidade. Calcula-se que 60% do esforço construtivo de Machu Picchu estava em fazer as cimentações sobre terras que já sofreram terraplanagem com cascalho para um bom dreno das águas em excesso.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

HOMENAGEM AO JAPÃO

Desejo aos internáutas Japoneses, um Feliz 2010, desejo também properidade e que a vossa cultura seja sempre honrada por todos. obrigada pelas visitas feitas aos meus blogs. Feliz Ano Novo!

HOMENAGEM AOS INTERNÁUTAS CHINESES

Desejo, aos internáutas chineses, um Feliz Ano Novo, e que o próximo ano seja de grandes realizções e descobertas ciêntíficas. Obrigada por visitarem meu blog. Feliz 2010. E que continuem praticando a sabedoria do grande mestre Confuncio. Paz e harmonia.


CULTURA DOS MAIAS ASTECAS E DOS INCAS

Trabalhos escolares, livros e resumos
Boa noite. quarta, 30 de dezembro de 2009

Home » Cultura » Cultura Maia, Asteca e Inca Pré-Ocidentalização

► Cultura Maia, Asteca e Inca Pré-Ocidentalização




JUSTIFICATIVA

Qualquer conhecimento, para ser bem profundo, deve vir desde os primórdios dos fatos que o geraram. Não poderia ser diferente a compreensão de uma civilização em qualquer parte do mundo.

É de fundamental importância estudar as culturas incas e maias, pois fazem parte de nossa história: a história do povo latino- americano.

Toda a influência da cultura e pensamento europeus, fez com que os próprios cidadãos da América Latina (em sua maioria) ignorassem a história e a cultura dos povos que já viviam aqui há milhares de séculos atrás. É necessário que nós, povos latino-índio-ibero-afro-americanos, estudemos todas as civilizações de nossos ancestrais e suas percepções dos fatos ocorridos, para podermos entender nosso lugar no mundo, e não só copiar ou aceitar passivamente as opiniões de uma só civilização como a dos europeus. A riqueza cultural de nossos primitivos habitantes é como o alicerce desta edificação que é o conhecimento do continente americano.

Refletimos também sobre a quantidade absurda da população brasileira que, ao falar da história do Brasil, insistem em utilizar a data de 1500 como o início da história e civilização latino-americana. E a importância de modificar essa consciência errônea e discriminatória.

CONTEXTUALIZAÇÃO

Os povos das Américas, separados da Eurásia e da África, por vastos oceanos, desenvolveram um ritmo próprio para encontrar seu caminho para a civilização. O Nilo assistia impávido ao erguimento de grandes pirâmides de pedra; as planícies da Mesopotâmia eram marcadas por zigurates cercados por cidades populosas; o burburinho de uma vida urbana avançada percorria o vale do Indo ... Enquanto isso, os povos americanos primitivos ainda seguiam um padrão de vida baseado em movimentos nômade sazonais.

Os avanços dos anos, determinavam os deslocamentos dos povos, que aproveitavam a generosidade de montes e vales, combinando as migrações com as estações de caça e pesca e a época de alimentos silvestres.

Em algum momento depois de 4.000 d.C. , alguns bandos começaram a se instalar de forma um pouco mais permanente. Durante o terceiro milênio antes de Cristo, cada vez mais americanos abandonaram o nomadismo, especialmente ao longo das costas da Meso-américa (região que vai do vale do México até Honduras) e nas montanhas e vales costeiros do Peru. Através da formação de pequenos vilarejos , começaram a cultivar plantas e a domesticar animais.

À medida que aprendiam a produzir e a guardar alimentos, passaram a organizar o trabalho com mais eficiência ao longo do ano, desenvolvendo projetos conjuntos com outras vilas durante períodos em que não precisavam se ocupar tanto com as plantações. Assim, puderam construir monumentos mais elaborados e majestosos em oferenda aos seus deuses. Em 1.500 a.C. o cultivo do milho era fundamental. Os agricultores já viviam em vilarejos permanentes e alguns deles se tornaram grandes cidades após 1.000 a.C.

As comunidades tinham um chefe proveniente de linhagem exclusiva de poder. O poder econômico vinha do controle sobre a distribuição da terra, alimentos e artesanato, e sua posição era provavelmente reforçada por sanções religiosas. O comércio entre povos distantes floresceu, a população expandiu-se, artes e ciências atingiram novas alturas.

A data convencional para o início do período clássico das civilizações da América pré-colombiana gira em torno do ano 250 d.C., época de realizações comerciais e artísticas notáveis. Os povos pré-colombianos apresentavam diferentes estágios de desenvolvimento cultural e material , classificados em sociedades coletores/caçadores e sociedades agrárias. Dentro desse segundo grupo, três culturas merecem maior destaque: os maias e os astecas, no México e na América Central, e os incas, na Cordilheira dos Andes, na América do Sul.

Alcançaram notáveis conhecimentos de astronomia e matemática, além de dominar técnicas complexas de construção, metalurgia e cerâmica. Não conheciam a roda e o cavalo, mas desenvolveram técnicas eficientes de agricultura. Enquanto o fim da cultura maia representa , até hoje, um grande mistério, sabemos que os povos astecas e incas decaíram perante a conquista espanhola.

A Civilização Maia


A civilização maia, muito provavelmente, foi a mais antiga das civilizações pré-colombianas, embora jamais tenha atingido o nível urbano e imperial dos astecas e incas. Os maias floresceram no século IV d.C. Grande parte da área onde eles se desenvolveram foi a península de Yucatan, Honduras e Guatemala região pouco promissora para o assentamento humano, e que provavelmente sempre foi. Embora haja algumas regiões montanhosas e temperadas, a maior parte é baixios, coberta pela floresta tropical, que cria insetos e animais ferozes e alimenta doenças. No entanto, os maias construíram ali templos e pirâmides quase tão grandes quanto os do antigo Egito.

Embora esta civilização remonte ao segundo milênio a.C., os seus primeiros traços mais substanciais datam de 100 d.C., e o seu melhor período de criatividade situa-se entre 600 e 900 d.C. Os maias viviam em pequenos povoados e não deixaram ruínas urbanas.

Os maias do Período Clássico se preocupavam com a passagem do tempo. (têm-se dados de que através de lajes de pedras os maias faziam inscrições gravadas relativas a história e ao seu calendário). Seus astrônomos calculavam adoração exata do ano solar, do mês lunar e podiam prever até mesmo um eclipse. Tais cálculos exigiam habilidades matemáticas avançadas. Os povos da América central inventaram, por si próprios, a idéia de decimais e o conceito de zero.

Rigidamente dividida em três classes às quais o indivíduo pertencia desde o nascimento. Primeiro, a família real, incluindo ocupantes dos principais postos do governo e os comerciantes; em seguida, servidores do Estado, como dirigentes das cerimônias e responsáveis pela defesa e cobrança de impostos. Na camada mais baixa, os trabalhadores braçais e agricultores. Durante muitos anos o conhecimento da antiga estrutura social maia estava baseada no modelo, segundo o qual os maias do período clássico possuíam uma aristocracia teocrática que governava por direito divino e consentimento popular nos centros cerimoniais interpretando os acontecimentos dos céus e as complexidades do calendário para o restante da população.

A sociedade nesse período clássico parece ter sido governada por uma nobre classe de guerreiros e sacerdotes hereditários.

A religião assemelhava-se à de outros povos da região, cultuavam divindades ligados à caça, à agricultura e os astros. Os maias acreditavam que o destino do homem era regido pelos deuses, e para eles ofereciam alimentos, sacrifícios humanos e animais.

Tudo girava em torno da realização de rituais e cerimônias de acordo com um calendário com base na observação astronômica. Isto tem surpreendido alguns historiadores como a melhor evidência do alto nível cultural maia pois se apoiavam em grandes habilidades matemáticas.

A base econômica dos maias era a agricultura, principalmente do milho, praticada com a ajuda da irrigação, utilizando técnicas rudimentares e itinerantes, o que contribuiu para destruição de florestas tropicais nas regiões onde habitavam, desenvolveram também atividades comerciais cuja classe dos comerciantes gozavam de grandes privilégios.

A península de Yucatán proporciona tudo o que o modo de viver dos antigos maias requeria e oferecia com grande abundância: pedra para construção, cal e cascalho, para seus edifícios religiosos e administrativos, madeira e teto para as casas da gente do povo.

Quaisquer que fossem as razões, a civilização maia começou a declinar a partir do século X, quando um grande terremoto ou uma erupção vulcânica provocou o abandono de muitos de seus principais centros. Pouco depois o território maia foi invadido por povos provenientes do planalto mexicano, já usuários do metal. Chichén Itzá, o maior centro maia, foi abandonado no século XIII e a sociedade maia parece ter se dissolvido num conjunto de pequenos Estados dispersos, embora só no final do século XVI a sua última fortaleza em Yucatán tenha se rendido aos espanhóis. Mas nesta época a civilização maia já chegara efetivamente ao fim, sem deixar importantes tradições ou técnicas para o futuro, mas apenas uma fascinante série de ruínas e uma língua ainda falada por dois milhões de pessoas nos dias de hoje.

A Civilização Inca

Muito antes de Cabral dar com suas caravelas em costas brasileiras, ou mesmo Cristóvão Colombo acreditar que realmente existia um outro continente, um povo extremamente evoluído já vivia, há séculos, por grande parte da América do Sul, notadamente em seu lado oriental, nos contrafortes da Cordilheira dos Andes, perto do Lago Titicaca. Esta civilização, conhecida como Incas, mesmo não dominando a escrita, realizou prodígios de arquitetura e no cultivo de alimentos, usando técnicas, no que toca às construções, que até hoje permanecem como mistério para nós. Os Incas tinham o sol como deus maior e dele se originavam todas as suas crenças.

Dependendo da interpretação a palavra Inca pode significar várias coisas. Entre elas: as quatro direções; imperador; chefe; descendente do sol ou filho do sol. O povo inca era o legado de culturas muito mais antigas que serviram como alicerce. São citadas as dos Chavín, Paracas, Tiahuanaco, Huari e outras. Alguns destes povos já estavam na América do Sul 4000 anos antes do surgimento do Império Inca.

Também chamado de Tahuantinsuyo (as quatro direções), o Império Inca remonta ao século XII. Seu período mais próspero, quando conseguiu subjugar várias outras tribos, foi no século XV, época de sua maior expansão geográfica e cultural. Os Incas chegaram a reunir cerca de 12 milhões de pessoas, que falavam mais de 20 línguas, sendo a principal o quechua, esta falada até hoje, com extrema desenvoltura, em regiões mais afastadas da Bolívia e Peru. Nessa época os Incas se expandiam por um grande território ao longo do Oceano Pacífico e da Cordilheira dos Andes. Seus domínios alcançavam desde o rio Maule, no Chile Central, até o rio Putamayo, que atualmente marca a fronteira norte do Equador. De ponta a ponta eram quase 4800 km de extensão.

O Império se organizou politicamente com a unificação e anexação à força de várias tribos, que, no entanto, desfrutavam de relativa liberdade. Os elementos de coesão eram a religião e os tributos. Os mais altos postos do Império eram, é claro, destinados a membros da aristocracia, formada por parentes do imperador. Abaixo, na escala social, vinham os curaças, que eram os chefes locais. Depois vinham os hatumruna, agricultores e artesãos. Os yanaconas (servos) e os mitimaes (prisioneiros de guerra) eram a camada social mais baixa.

A maior herança incaica no tocante à arquitetura e hoje símbolo maior do turismo em território Peruano é a "cidade perdida" de Machu Picchu, "descoberta" somente no começo deste século, em 1911, pelo pesquisador americano Hiran Bingnan. Incrustada no alto de uma montanha, a quase 2,5 mil metros de altura, a cidade se constitui num dos maiores mistérios arqueológicos do planeta. Após um cem número de estudos e conjecturas, a única certeza é que Machu Picchu foi uma construção pertencente ao Império Inca, por todas as suas características e achados arqueológicos. É bom ressaltar que até o americano Bingman botar os olhos em Machu Picchu (no momento da "descoberta" ela estava encoberta pela mata) nenhum registro existia sobre a localidade, a não ser velhas lendas indígenas.

Os construtores de Machu Picchu descendiam de gerações de hábeis artesãos (que eram excelentes na lavra de ornamentos de ouro e prata e também cobre e cerâmica), porém quem dirigia esses trabalhadores eram os Incas, cuja capital foi, durante séculos, Cuzco (principal centro inca a partir de 1.200 d.C.). Começaram como humildes camponeses das terras altas e pastores de llama e é provável que somente 100 anos antes da chegada de Pizarro e os conquistadores, o Império teria se estendido desde o norte (Equador) até o Sul (Argentina). O império Inca alcançava então seu apogeu. A expansão inca resultou o mais vasto império da América pré-colombiana. Com uma superfície aproximada de 1.000.000 a 1.500.000 km², dividida em quatro partes: Chinchasuyu, no noroeste; Cuntisuyu, no sudoeste; Antisuyu, no nordeste e Collasuyu, incluindo a área do Titicaca, no sudeste, sendo Cuzco o ponto de encontro.

No entanto quando chegaram os espanhóis, o império se encontrava debilitado por uma grande guerra civil e conseqüentemente foi facilmente dominado.

Os trabalhos de engenharia e arquitetura inca são notáveis. As construções, carregadas de simplicidade e beleza se destacavam pelo perfeito corte das pedras, com uma técnica que permanece misteriosa até hoje. Não se sabe exatamente qual ferramenta ou ferramentas eram utilizadas para atingir tamanha perfeição. Na arquitetura, os Incas não usavam o arco, a coluna ou abóbada, se caracteriza pelas adequadas proporções e simetria tanto por suas construções maciças quanto na solidez. As fileiras inferiores de um muro eram formados com blocos maiores que as superiores, apresentando bastante segurança no que faziam. Mostraram notáveis conhecimentos na construção de caminhos, pontes, aquedutos e canais de irrigação. Na época da conquista dos espanhóis os caminhos pavimentados dos incas se estendiam por milhas e milhas pelos Andes Centrais, assim como os canais de irrigação que subiam e desciam montanhas altíssimas.

Para os incas a arte da agricultura era de interesse supremo. Não somente cultivaram muitas plantas diversas de alcance alimentício e medicinal, como também aprenderam o aproveitamento dos solos, a arte do deságüe apropriado, os métodos corretos de irrigação e de conservação da terra mediante o emprego de terraplanagem construídos a altos custos. Descobriram a importância dos fertilizantes para manter o solo rico e fértil. Na pecuária destacava-se a criação de lhamas, alpacas e vicunha, que forneciam leite, carne e lã e também eram usadas para o transporte de cargas leves. A economia era dirigida pelo estado e baseada no plantio de milho e batata. Mesmo não conhecendo as técnicas do arado os Incas desenvolveram um interessante sistema de irrigação com canais e aquedutos. Não existia propriedade privada e dinheiro.

Os Incas acreditavam na sobrevivência do espírito após a morte. Os sacrifícios, principalmente para o Deus sol, eram parte essencial da religião inca. Em ocasiões muito importantes, definidas pelos sacerdotes ou pelo imperador, animais, e muito raramente seres humanos, eram sacrificados. Mais comuns eram as oferendas de folhas de coca, bebidas, flores e roupas jogadas no fogo sagrado. Os sacerdotes desempenhavam a função de curandeiros, faziam previsões de acontecimentos e praticavam o exorcismo. Todos deviam obediência ao sumo sacerdote, o huillac humu, que ficava no templo de Cuzco. As festividades eram estabelecidas de acordo com ciclos agrícolas.

ARGUMENTOS JUSTIFICATIVOS - ANÁLISE


Os ancestrais maias, incas e astecas, possuem inegavelmente uma das mais ricas tradições e culturas da história. Os povos antigos dos Andes e da Meso-américa produziram um grande numero de inacreditáveis obras de arte, que agora estão sendo introduzidos na vida os povos latino-americanos como símbolos de um passado comum em substituição aos símbolos europeus. Ocorre uma revalorização merecida da cultura Maia, Inca e Asteca. Tais povos produziram ornamentos, vasos e máscaras feitos de ouro, jade e outros metais cobiçados pelos europeus; tecidos de inigualável beleza; esculturas colossais erguidas em homenagem aos deuses; cidadelas, templos e centros cerimoniais que possuíam uma incrível organização social; e esculturas que são verdadeiras maravilhas.

Tais símbolos culturais foram retirados da história dos latino-americanos pelos colonizadores europeus. Eles se julgavam os detentores da palavra de Deus e guardiões dos valores essenciais para uma vida "civilizada". Sob esse ideal, os colonizadores passaram como um trator por cima da cultura dos maias, incas e astecas e ergueram o que chamaram de "Novo Mundo".

A América existia para a Europa, formava parte da fantasia e sonhos dos europeus. A paisagem e a humanidade do desconhecido eram idealizados. Antes mesmo do primeiro contato entre estes mundos tão distintos a Europa já tinha um marco referencial, com os relatos das viagem de Marco Polo, ainda que ficcionais, para a extensão e assimilação desse novo espaço geográfico e social. Nesse momento surgiu a idéia da Europa como "centro" e todas as outras culturas como periferia, a diáspora Civilização X Barbárie.

Os europeus civilizados, modernos, avançados e superiores, através da barbárie das suas ações (etnocídio e aculturação forçada) planejavam civilizar os povos latino americanos, considerados bárbaros. Assim todos os símbolos da cultura latino-americana foram soterrados em nome de uma catequese cultural. Entretanto atualmente, todas essas tradições estão sendo redescobertas pelos povos latino-americanos. Redescobertas neste sentido, adquire uma conotação simbólica, pois sempre se soube da existência desses símbolos culturais, entretanto o valor dado a eles agora é diferente. Tais símbolos relembram uma época onde os povos latino-americanos eram livres para seguir seu caminho e manifestar suas tradições sem retaliações e pressões externas. Relembram uma época onde possuíam uma história única e pura sem intromissão de estrangeiros arrogantes.

A partir do "descobrimento" da América uma nova cultura foi imposta aos povos latino-americanos. A América antes dos europeus possuía uma cultura que foi, em grande parte, destruída através do convívio europeu. Uma nova tradição latino-americana foi construída pelos europeus de origem ibérica através de uma cuidadosa seleção de eventos retratados como cruciais à história da humanidade. Através da repetição desse processo de exclusão e incorporação cultural, foi criada uma nova tradição que influencia e define a posição dos povos da América Latina até hoje.

Os povos Latino Americanos sempre foram e ainda são injustamente considerados por muitos uma periferia do mundo. Uma parte do globo que muitas vezes são esquecidos ou desconsiderados em reuniões internacionais de cúpula, que decidem assuntos relevantes a todas as nações. Isso ocorre não somente em questões econômicas, onde os países desenvolvidos do Norte realmente possuem um domínio hegemônico frente ao Sul subdesenvolvido ou em desenvolvimento. Como também a opinião dos povos latino-americanos são ignorados e avaliados como irrelevantes em questões sociais, políticas, jurídicas e etc. Um exemplo claro é a questão da floresta Amazônica. Situada na América do Sul, a floresta amazônica é considerada um patrimônio mundial, e várias foram às vezes que pessoas ou órgãos de países desenvolvidos do Norte consideraram que os países latino americanos (onde a própria floresta se situa) não possuíam capacidade para lidar com uma questão de tão ampla magnitude. Inclusive, vários mapas e atlas são vendidos mostrando a Amazônia não como parte de um território nacional, mas como uma área internacional, sem direito de soberania. Nesta e em outras questões a incrível riqueza etno-cultural da América Latina é completamente excluída.

Entretanto, o mais espantoso não é esse "preconceito" dos países do Norte, mas sim a própria posição de inferioridade que muitos latino-americanos se colocam. Muitos pensam, erroneamente, que a única maneira de se desenvolver satisfatoriamente é imitando ou assimilando a cultura européia e norte americana. Essa forma de pensamento, porém, foi condicionada aos latino-americanos através de séculos de colonização e exploração. Apesar da expressiva aculturação dos colonizadores, ou paradoxalmente por causa dela, nota-se atualmente uma necessidade de retorno às origens dos povos latino-americanos. Não as origens manipuladas e criadas pelos europeus, mas a real origem dos povos, datados na época das grandes civilizações maias, astecas e incas.

Vários são os pesquisadores, estudantes e outros que buscam constantemente recuperar a história e tradição de seus ancestrais e trazê-las novamente para a memória dos povos. O Extremo-Ocidente, contudo, às vésperas da chegada dos ibéricos, continua sendo um desafio para os historiadores por causa da falta de dados básicos para análises. E os poucos dados que existem são interpretações privilegiadas, aventuras individuais provindos de interesses particulares dos observadores. Esse trabalho sofre também com os efeitos da importação de problemáticas, princípios teóricos e metodologias que não atendem à nossa realidade histórica.

Atualmente essa busca pela real história das civilizações Maias, Incas e Astecas está sendo reforçada no sentido de encontrar uma origem comum para os povos latino-americanos.

Com o advento da globalização, uma nova onda de aculturação pelos europeus e, principalmente, americanos acontece novamente. Com a diminuição da importância das fronteiras, a popularização dos meios de comunicação e a Internet, uma gama de produtos norte-americanos e europeus invadem a América Latina. Filmes, séries de televisão sobre o american way of life, cadeias de restaurantes e fast-foods, moda, música, entre outros infestam as casas e cidades dos povos andinos e da Meso-américa. Enquanto alguns assimilam tais produtos rapidamente, outros os usam em favor de uma causa: o fortalecimento da identidade nacional. Na possibilidade de confronto, as culturas e os valores são reforçados. Ou seja, em contraposição a essa "nova colonização" cultural, os povos latino-americanos se voltam cada vez mais para as tradições de seus antepassados. Não aquela tradição inventada pelos europeus colonizadores, mas a cultura que data séculos antes da descoberta do "Novo Mundo".

Neste cenário de globalização e de uma possível criação de uma cultura global, é essencial aos povos latino-americanos terem suas raízes bem definidas e defendidas. Para que não percam suas identidades nacionais frente à invasão dos símbolos de vários países e da própria globalização é preciso que os povos latino-americanos tenha consciência da riqueza cultural de seus antepassados. É preciso que eles reconheçam a importância que as civilizações Maia, Asteca e Inca tiveram para a história da humanidade. As tradições, mitos, construções dessas civilizações foram algo único e sem igual e por isso é uma grande fonte de inspiração para a constituição de uma identidade.

Mas não só redescobrir as origens do povo latino-americano é importante. A definição de um passado comum é um passo para a definição de um futuro também comum. Uma coesão histórico social é essencial para o futuro de uma nação. É preciso ter consciência de quem foram os povos latino-americanos, para conseqüentemente entender quem poderão ser no futuro. Para entender o alto potencial que podem vir a atingir. E, seguindo essa formula, o futuro dos povos latino-americanos podem vir a atingir um glorioso futuro, assim como seu passado. A identidade latino-americana é rica o suficiente para isto.

HOMENAGEM AOS INTERNÁUTAS BRASILEIROS

Desejo a todos os internáutas brasileiros que visitam o meu blog, um feliz 2010. Que este ano que se aproxima venha repleto de muita paz e prosperidade para todos. Deus abençõe a todos.

HISTÓRIA DO TANQUE DE BETESDA

Houve uma festa dos Judeus, e Jesus foi a Jerusalém, alí ha um tanque com cinco entradas, que fica perto do Portão das Oliveiras. Na língua hebraica este tanque chama-se Betezata. Muitos doentes estavam no chão: cegos, aleijados, paralíticos. Havia alí um homem que estava doente fazia 38 anos, Jesus o víu deitado, e, sabendo que estava doente durante todo esse tempo, peguntou: você quer ficar curado? Senhor não tenho ninguém para me por no tanque, quando a água fica agitada, cada vez que quero entrar outro doente entra antes de mim. Levante-se pegue sua cama e ande, disse Jesus. No mesmo instante o homem ficou curado, pegou sua cama e começou a andar. Isso aconteceu no sábado, porisso os líderes Judeus lhe disseram: Hoje é sábado e a nossa lei não permite que você carregue a cama nesse dia. Ele respndeu: O homem que me curou disse: pegue sua cama e ande. Ele perguntaram : quem é que mandou você fazer isso? Mas ele não sabia quem era, pois Jesus tinha ido embora e havia muita gente alí naquele lugar. Jesus sempre dizia o meu pai trabalha até agora e eu também trabalho. Ele não obedecia a Lei dos Judeus e porisso eles facavam com mais vontade d mata-lo.COMENTÁRIO: A história desse tanque, era que de vez em quanto vinha um anjo do céu e balançava as águas dalí, e o primeiro doente que fosse jogado lá dentro na hora que as águas começavam se mover seria curado. Porisso, o povo ficava alí esperando esse fenômeno acontecer, pode até ser um fenômeno da natureza, mas a fé daquele povo era tão grande que eles ficavam realmente curados. Tudo se consegue através da fé. De Lery para o seu blog. Em 2004, os Arqueólogos descobriram vestígios da veracidade do tanque de Betesda, dizem que para chegar até lá tem que passar por um túnel, e aquele povo enfrentavam tuda essa dificldade pela fé.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009


segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

QUANDO VOCÊ É ESCOLHIDO E CHAMADO POR DEUS

Você é aquilo que declara na sua vida. Quando Deus chama a existência as coisas que não são, aí elas passam a existir, tudo isso acontece, não por Lei, mais por crer. Esta palavra derrota até o diabo: Se já morreram seus sonhos, Deus vivifica, e chama as coisas a exisirem. três João fala: Desejo que esteja bem em tudo. Deter-11vrs11 fala: Porém a terra qu vocês vão possuir é uma terra de montes e vales, onde nunca faltará chuva. Essas são as promessas para quem permite que Jesus habite em seus corações, pois não somos nós que escolhemos Jesus, é ele quem nos escolhe e nos chama para a sua obra. A água natural, nós bebemos, limpamos as sujeiras, em fim limpa tudo que está sujo. Mas, dentro do nosso coração é o Espirito Santo de Deus. Nós somos terra em que Deus cuida do princípio até o final do ano. Então pode esperar se você tem promessa de Deus, pode esperar o cumprimento dela. Atos 2 vers 39 fala: As promessas de Deus é para todos que tem promessas. Deus vai achar a pessoa a quem você ora e vai alcançar cada um de vocês. Quando o diabo perde o direito de mandar em você ele fica furioso. 1 Pedro- Vocação é eleição, significa que você faz parte dos eleitos, dos escolhidos e se você nunca tropeçar, fazer ficar cada vez mais firme em sua vocação, que é a sua chamada, jamais vai tropeçar.

sábado, 26 de dezembro de 2009

PESSOAS DESAPARECIDAS - MAIS UM SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA DE UNIÃO DE BLOGUEIROS EVANGELICOS

Pessoas desaparecidas: envolva-se com esta causa!
Posted: 25 Dec 2009 03:35 PM PST
*



A causa das pessoas desaparecidas obteve no último dia 18 deste mês uma grande vitória. Foi aprovada a Lei 12.127, que cria o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. Segundo a Lei, o cadastro deverá especificar os dados pessoais e as características físicas das crianças e adolescentes desaparecidos. O objetivo é integrar, em tempo real, as informações entre o Ministério da Justiça e as Secretarias de Segurança de todo o país, além de órgãos internacionais e a sociedade civil em geral. A nova Lei já está em vigor, mas ainda falta a definição sobre a forma de acesso às informações do cadastro, e a forma de atualização das mesmas.

Mas ainda muito pode e precisa ser feito. Outras iniciativas podem ser implementadas. Assista ao vídeo abaixo, sobre o chamado Alerta AMBER
. Uma excelente iniciativa norte-americana que pode ser implantada também no Brasil.



Sobre o tema, elaboramos ainda uma lista de links, para você se informar, interagir e colaborar de todas as formas possíveis:


CNPD - http://www.cnpd.org.br

Bureau Internacional de busca a crianças, adolescentes e adultos desaparecidos - http://www.interbureau.org

Divulgando Desaparecidos - http://www.divulgandodesaparecidos.org/home.html

Serviço Integrado de Atenção a Crianças e Adolescentes Desaparecidos (DF) - http://www.missingkids.com.br 

Desaparecidos Minas Gerais - http://www.desaparecidos.mg.gov.br/ 

Desapareceu.org (cadastro de brasileiros desaparecidos no mundo) - http://www.desapareceu.org 

Mães do Brasil - http://blogdasmaesdobrasil.blogspot.com/ 

Projeto Caminho de Volta - http://www.caminhodevolta.fm.usp.br

CPI das Crianças e Adolescentes Desaparecidos - http://www.cpicriancasdesaparecidas.com.br/

Portal Kids - http://www.portalkids.org.br/ 

Mães da Sé - http://www.maesdase.org.br/ 

Fundação da Infância e Adolescência (FIA –RJ) - http://www.fia.rj.gov.br/

Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Paraná) - http://www.sicride.pr.gov.br/ 

Desaparecidos Site - http://www.desaparecidos.com.br

Movimento Catarinense de Busca da Criança Desaparecida - http://www.criancadesaparecida.org/ 

Pessoas Desaparecidas (RS) - http://www.desaparecidos.rs.gov.br/ 

Procurados .org - http://procurados.org/ 

Diga Não à Erotização Infantil - http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/

National Center for Missing & Exploited Children (EUA) - http://www.missingkids.com

Fondation pour la Recherche d’Enfants Disparus, International (Suíça) - http://www.fredi.org/

Parents and Abducted Children Together (Inglaterra) - http://www.pact-online.org/

Abuelas de Plaza de Mayo (Argentina) - http://www.abuelas.org.ar/


“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.” Martin Luther King

“Livra os que estão destinados à morte e salva os que são levados para a matança, se os puderes retirar. Se disseres: Eis que o não sabemos; porventura, aquele que pondera os corações não o considerará? E aquele que atenta para a tua alma não o saberá? Não pagará ele ao homem conforme a sua obra?” Provérbios 24.11,12

Mobilize sua igreja para a ação e a oração, contate os políticos de sua cidade e estado, ponha seu blog na luta! Ajude das mil e uma formas possíveis, ou invente uma nova. E conte conosco!

Graça e paz

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

DROGAS MANIPULAÇÃO DE SATANÁS

Drogas – A praga do século XXl


Existem diversas situações complicadas no mundo atual. Roubos, morte, guerras e várias outras situações. Mas trazendo para a sociedade em que vivemos, podemos dizer que o maior problema que encontramos são as drogas.


Os narcóticos como são chamados de forma científica atuam nas mais diversas camadas da sociedade brasileira revelando não ser algo presente apenas na população de classe baixa como era pensado antigamente. Recentemente vimos na televisão o caso de um estudante de direito que sobre efeito de cocaína, após trocar seu carro por mais dessa droga, voltou para a casa e assassinou a avó e a empregada friamente.


Casos como esse chocam a sociedade e voltam os olhares da população para um problema: As drogas estão descendo dos morros e encontrando morada nas mansões. Percebemos então que somente quando a “pimenta cai nos olhos dos grandes” é que se estabelece um problema. Enquanto as mortes eram somente entre a população chamada de marginalizada, o problema era restrito e se deixava mal resolvido. Porém, agora, o mal está crescendo e tomando conta das famílias mais bem favorecidas, as quais têm uma voz de comando audível entre os grandes poderes.


Mas porque esperaram tanto para fazer algo? Uma vida é sempre uma vida, independente de onde ela vem. Porém, infelizmente, nem todos pensam dessa forma. Devemos conscientizar a nossa sociedade a lutar por vidas, como fizeram os pastores da Igreja Batista da Lagoinha em um manifesto contra as drogas, no qual se acorrentaram na Praça Sete, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Ficaram três dias amarrados por correntes que simbolizavam a dependência química dos viciados, que vivem em um verdadeiro aprisionamento às drogas.


A luta contra a morte dessas pessoas começa do fazer de cada um de nós. Com isso desencadeamos uma cascata na qual muitas situações ruins vão caindo por terra. Se o consumo de drogas diminuir, vão ocorrer menos crimes relacionados às pessoas viciadas; se diminuir o número de usuários, os traficantes vão perdendo seu “mercado”; se o mercado está diminuir, os lucros vão diminuir com ele; se não for mais um mercado lucrativo, não tem porque haver guerras do tráfico, que, conseqüentemente, também vão diminuir; se as guerras do tráfico diminuírem, teremos menos mortes; se tivermos menos mortes acontecendo é sinal que estaremos valorizando mais a vida; se valorizarmos mais a vida é sinal que estamos nos tornando pessoas melhores e pessoas que estão se tornando melhores não precisam usar drogas, muito pelo contrário elas ajudam a levantar as que estão caídas... e assim segue essa cascata.


Bem, esse é um projeto que parece complicado em curto prazo, mas temos a possibilidade de começar a mudar o mundo a partir de pequeninos atos como esses de pessoas que lutam pela vida de quem elas nem ao certo conhecem, mas cada um que faz isso tem a certeza de que cada uma dessas vidas tem um grande valor.


Abaixo está uma breve história que não poderia deixar de escrever. Havia na praia dois homens. Um sempre estava catando as estrelas do mar que ficavam presas na areia da praia e as jogava de volta ao mar. O outro cuidava apenas do seu barco e da sua rede. Todos os dias o catador de estrelas estava lá pegando uma a uma das estrelas que encontrava na praia e a devolvendo ao mar, até que um dia o outro homem (o que cuidava do seu barco e sua rede) ficou muito nervoso com aquela situação e perguntou:

– Você acha que vai conseguir pegar cada estrela do mar que existe em milhares e milhares e milhares de quilômetros de praia e devolvê-las ao mar?

O catador de estrelas respondeu:

– Não isso não, mas tenho certeza de que para a estrela que eu devolvi ao mar eu fiz a diferença!



Portanto, faça diferença você também


 
© Template Scrap Suave|desenho Templates e Acessórios| papeis Bel Vidotti