segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

DROGAS MANIPULAÇÃO DE SATANÁS

Drogas – A praga do século XXl


Existem diversas situações complicadas no mundo atual. Roubos, morte, guerras e várias outras situações. Mas trazendo para a sociedade em que vivemos, podemos dizer que o maior problema que encontramos são as drogas.


Os narcóticos como são chamados de forma científica atuam nas mais diversas camadas da sociedade brasileira revelando não ser algo presente apenas na população de classe baixa como era pensado antigamente. Recentemente vimos na televisão o caso de um estudante de direito que sobre efeito de cocaína, após trocar seu carro por mais dessa droga, voltou para a casa e assassinou a avó e a empregada friamente.


Casos como esse chocam a sociedade e voltam os olhares da população para um problema: As drogas estão descendo dos morros e encontrando morada nas mansões. Percebemos então que somente quando a “pimenta cai nos olhos dos grandes” é que se estabelece um problema. Enquanto as mortes eram somente entre a população chamada de marginalizada, o problema era restrito e se deixava mal resolvido. Porém, agora, o mal está crescendo e tomando conta das famílias mais bem favorecidas, as quais têm uma voz de comando audível entre os grandes poderes.


Mas porque esperaram tanto para fazer algo? Uma vida é sempre uma vida, independente de onde ela vem. Porém, infelizmente, nem todos pensam dessa forma. Devemos conscientizar a nossa sociedade a lutar por vidas, como fizeram os pastores da Igreja Batista da Lagoinha em um manifesto contra as drogas, no qual se acorrentaram na Praça Sete, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Ficaram três dias amarrados por correntes que simbolizavam a dependência química dos viciados, que vivem em um verdadeiro aprisionamento às drogas.


A luta contra a morte dessas pessoas começa do fazer de cada um de nós. Com isso desencadeamos uma cascata na qual muitas situações ruins vão caindo por terra. Se o consumo de drogas diminuir, vão ocorrer menos crimes relacionados às pessoas viciadas; se diminuir o número de usuários, os traficantes vão perdendo seu “mercado”; se o mercado está diminuir, os lucros vão diminuir com ele; se não for mais um mercado lucrativo, não tem porque haver guerras do tráfico, que, conseqüentemente, também vão diminuir; se as guerras do tráfico diminuírem, teremos menos mortes; se tivermos menos mortes acontecendo é sinal que estaremos valorizando mais a vida; se valorizarmos mais a vida é sinal que estamos nos tornando pessoas melhores e pessoas que estão se tornando melhores não precisam usar drogas, muito pelo contrário elas ajudam a levantar as que estão caídas... e assim segue essa cascata.


Bem, esse é um projeto que parece complicado em curto prazo, mas temos a possibilidade de começar a mudar o mundo a partir de pequeninos atos como esses de pessoas que lutam pela vida de quem elas nem ao certo conhecem, mas cada um que faz isso tem a certeza de que cada uma dessas vidas tem um grande valor.


Abaixo está uma breve história que não poderia deixar de escrever. Havia na praia dois homens. Um sempre estava catando as estrelas do mar que ficavam presas na areia da praia e as jogava de volta ao mar. O outro cuidava apenas do seu barco e da sua rede. Todos os dias o catador de estrelas estava lá pegando uma a uma das estrelas que encontrava na praia e a devolvendo ao mar, até que um dia o outro homem (o que cuidava do seu barco e sua rede) ficou muito nervoso com aquela situação e perguntou:

– Você acha que vai conseguir pegar cada estrela do mar que existe em milhares e milhares e milhares de quilômetros de praia e devolvê-las ao mar?

O catador de estrelas respondeu:

– Não isso não, mas tenho certeza de que para a estrela que eu devolvi ao mar eu fiz a diferença!



Portanto, faça diferença você também


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