Powered By Blogger

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

PASTOR EVANGELICO AMERICANO DIZ QUE HAITI FEZ PACTO COM O DIABO



O evangélico americano Pat Robertson, que anima um programa de TV, lançou uma polêmica nos Estados Unidos ao explicar que o terremoto que arrasou Porto Príncipe seria a consequência de um "pacto com o Diabo" selado pelos haitianos há dois séculos para se livrar dos franceses.
A controvérsia obrigou a Casa Branca a intervir, qualificando as declarações de "profundamente estúpidas".
Falando em seu programa de TV, o evangélico, candidato às primárias republicanas para a eleição presidencial de 1988, lembrou que os haitianos "eram dominados pelos franceses".
"Eles se reuniram e selaram um pacto com o Diabo. Disseram a ele: ''serviremos a você se nos livrar dos franceses''. A história é verdadeira. E o Diabo respondeu: ''está certo''", relatou Pat Robertson, 80 anos.
"Desde então, eles são vítimas de uma série de maldições", afirmou o evangélico, comparando a situação no Haiti com a do país vizinho, a República Dominicana, relativamente próspera.
Questionado sobre estas declarações, o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, declarou-se "surpreso" de que "nestas horas de inimaginável sofrimento humano, alguém tenha a coragem de proferir coisas tão profundamente estúpidas".
Poucas horas antes, o presidente Barack Obama prometeu que os Estados Unidos não abandonarão o Haiti, e anunciou uma ajuda de emergência de 100 milhões de dólares e o envio de milhares de soldados e socorristas para ajudar as vítimas do terremoto de terça-feira.
Sob dominação espanhola até 1697, e depois francesa, o Haiti se tornou em 1804 a primeira república negra independente depois da derrota do corpo expedicionário de Napoleão Bonaparte, que queria restabelecer no país a escravidão abolida pela Revolução Francesa.
Pat Robertson, derrotado por George Bush nas primárias republicanas para a eleição presidencial de 1988, já fez várias declarações polêmicas. Em 2006, ele explicou que o AVC sofrido por Ariel Sharon foi uma punição divina infligida ao ex-primeiro-ministro israelense por sua retirada da Faixa de Gaza.

BRASIL AJUDA VÍTIMAS DE TERREMOTOS NO HAITI

Plano brasileiro de ajuda ao Haiti inclui socorro médico e enterro de vítimas


Rio de Janeiro, 14 jan (EFE).- O Brasil começou a implementar hoje seu plano de ajuda ao Haiti, que inclui, entre outras atividades, a retirada dos escombros do terremoto de terça-feira, o atendimento a feridos e o enterro das vítimas, informou o Ministério da Defesa.

"O plano de emergência enfrentará os cinco problemas mais graves detectados pelas autoridades brasileiras que atuam no Haiti: o enterro dos mortos, o socorro médico aos feridos, a remoção dos escombros, o reforço da segurança nas operações e a distribuição de alimentos e água", disse o Governo.

A estratégia foi montada nas reuniões que o ministro da Defesa, Nelson Jobim, teve ontem, em Porto Príncipe, com os militares brasileiros que integram a Missão de Estabilização da ONU no Haiti (Minustah).

Na capital haitiana, Jobim teve como principal interlocutor o general brasileiro Floriano Peixoto, que comanda os cerca de 7.000 militares de diferentes países que integram as forças de paz da Minustah, dos quais 1.266 são brasileiros.

O ministro disse ter recebido instruções do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para viajar ao Haiti, "avaliar a situação (sobre o terreno) e estabelecer uma estratégia de auxílio após as ações de emergência adotadas nos primeiros momentos da tragédia".

Segundo a nota, como Jobim observou que o Brasil é a principal referência da missão da ONU entre os haitianos, cabe ao país "tomar iniciativas próprias, possíveis de serem realizadas com seus próprios meios, e paralelamente buscar reforço dos demais países e organismos internacionais".

A avaliação do Brasil, de acordo com o Ministério da Defesa, é que, "como o terremoto matou integrantes da ONU e de outros setores que atuam no Haiti, pode haver alguma demora na resposta desses organismos".

"Não podemos esperar. Se há problemas, temos de passar por cima deles", disse Jobim.

Os trabalhos de remoção dos escombros previstos no plano brasileiro, já iniciados, estão a cargo dos membros Batalhão de Engenharia do Exército que já se encontram no Haiti.

O grupo, porém, receberá o reforço de mais 15 engenheiros, de 50 bombeiros do Rio de Janeiro e de equipamentos pesados da construtora brasileira OAS, que participa de obras no país caribenho.

As equipes do Exército trabalham na retirada de escombros para liberar o tráfego, resgatar feridos e recolher cadáveres.

Já para socorrer pessoas retiradas de entre os destroços dos prédios que desabaram, os militares brasileiros trabalham em um hospital de emergência montado sob uma garagem, no qual são atendidas 70 pessoas por dia.

Mas, diante do cenário desolador no Haiti, o Ministério da Defesa ordenou o envio de um hospital de campanha operado por 40 profissionais e de kits de medicamentos para o atendimento de 10.000 pessoas.

"Há uma grande preocupação com a existência de corpos abandonados nas ruas, o que pode provocar epidemias. O Brasil proporá ao Governo haitiano que indique uma área para a instalação de um cemitério, para que os engenheiros brasileiros possam ajudar nos enterros", destaca a nota do ministério.

O plano brasileiro prevê ainda a construção de uma estrutura de armazenamento e distribuição dos alimentos enviados pelo Brasil e por outros países.

O terremoto no Haiti, de 7 graus na escala Richter, aconteceu às 19h53 (Brasília) de terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do país. A Cruz Vermelha do Haiti estima que o número de mortos ficará entre 45 mil e 50 mil.

Ontem, o primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, havia falado de "centenas de milhares" de mortos.

O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 14 militares do país que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.

A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor. EFE

QUEM É ESTE HOMEM? ACEITA-O ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS





 

Texto tirado do Blog do Luiz


... 




No campo da química, transformou água em vinho.

 
Em biologia, nasceu sem passar pelo processo natural de concepção.


 
Na física, quebrou a lei da gravidade ao ascender aos céus.


 
Na economia, fez melhor que a seguridade
social e alimentou 5000 homens com cinco pães e dois peixinhos.


 
Na medicina, curou doentes sem receitar um único medicamento.


 
No campo da história, Ele é o princípio e o fim.


 
Na política, Ele diz que é chamado de Conselheiro e Príncipe da Paz.


 
No campo da religião, Ele diz que ninguém vai ao Pai a não ser por meio dele.


 
Então quem é Ele afinal? Ele é Jesus!
Aquele que apesar de não ter servos, foi chamado de Senhor.


 
Não tinha curso, mas chamaram-lhe Mestre.


 
Não passava receitas, mas mesmo assim é o médico dos médicos.


 
Não tinha exército, mas os reis da altura tinham medo Dele.


 
Não cometeu nenhum crime, mas morreu na cruz.
Foi sepultado, mas vive para todo o sempre.  








Queres saber quem é Jesus? 



Aceita-o com todo o teu coração e verás!


"E em nenhum outro há salvação, porque também, debaixo do céu, nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devemos ser salvos." Atos 4:12

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

HOMENAGEM AS VÍTIMAS DO TERREMOTO NO HAIITÍ


HOMENAGEM A ZILDA ARNS A FUNDADORA DA PASTORAL DA CRIANÇA


ESTA CACHOEIRA SIGNIFICA ViDA ETERNA- NUNCA SERÁS ESQUECIDA


ZILDA ARNS - 1934 - 2010

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Gnome globe current event.svg
Este artigo é sobre uma personalidade que morreu recentemente.
Algumas informações relativas às circunstâncias da morte podem mudar rapidamente. quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Zilda Arns
Zilda Arns
Zilda Arns, em 2004
Nome completo Zilda Arns Neumann
Nascimento 25 de agosto de 1934
Forquilhinha, Brasil Brasil
Morte 12 de janeiro de 2010 (75 anos)
Porto Príncipe, Flag of Haiti.svg Haiti
Nacionalidade Brasileira
Ocupação Médica pediatra e sanitarista
Principais trabalhos Pastoral da Criança e Pastoral da Pessoa Idosa
Parentesco Paulo Evaristo Arns, Flávio Arns
Irmã de dom Paulo Evaristo Arns, foi também fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, organismos de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Viúva desde 1978, mãe de cinco filhos, dos quais apenas quatro estão vivos (Rubens, Nelson, Heloísa e Rogério - a filha Sílvia morreu em 2003, num acidente de carro), e avó de nove netos, recebeu diversas menções especiais e títulos de cidadã honorária no país. Da mesma forma, à Pastoral da Criança foram concedidos diversos prêmios pelo trabalho que vem sendo desenvolvido desde a sua fundação.
Formada em medicina, aprofundou-se em saúde pública, visando salvar crianças pobres da mortalidade infantil, da desnutrição e da violência em seu contexto familiar e comunitário. Compreendendo que a educação revelou-se a melhor forma de combater a maior parte das doenças de fácil prevenção e a marginalidade das crianças, para otimizar a sua ação, desenvolveu uma metodologia própria de multiplicação do conhecimento e da solidariedade entre as famílias mais pobres, baseando-se no milagre bíblico da multiplicação dos dois peixes e cinco pães que saciaram cinco mil pessoas, como narra o Evangelho de São João (Jo 6:1-15).
A sua prática diária como médica pediatra do Hospital de Crianças César Pernetta, em Curitiba, e, mais tarde, como diretora de Saúde Materno-Infantil da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, teve como suporte teórico as seguintes especializações:
Sua experiência fez com que, em 1980, fosse convidada a coordenar a campanha de vacinação Sabin, para combater a primeira epidemia de poliomielite, que começou em União da Vitória, no Paraná, criando um método próprio, depois adotado pelo Ministério da Saúde.
Em 1983, a pedido da CNBB, criou a Pastoral da Criança juntamente com Dom Geraldo Majella Cardeal Agnelo, arcebispo primaz de Salvador da Bahia e presidente da CNBB, que à época era arcebispo de Londrina. No mesmo ano, deu início à experiência a partir de um projeto-piloto em Florestópolis, Paraná. Após vinte e cinco anos, a pastoral acompanhou 1 816 261 crianças menores de seis anos e 1 407 743 de famílias pobres em 4060 municípios brasileiros. Neste período, mais de 261 962 voluntários levaram solidariedade e conhecimento sobre saúde, nutrição, educação e cidadania para as comunidades mais pobres, criando condições para que elas se tornem protagonistas de sua própria transformação social.
Para multiplicar o saber e a solidariedade, foram criados três instrumentos, utilizados a cada mês:
  • Visita domiciliar às famílias
  • Dia do Peso, também chamado de Dia da Celebração da Vida
  • Reunião Mensal para Avaliação e Reflexão
Em 2004, recebeu da CNBB outra missão semelhante: fundar e coordenar a Pastoral da Pessoa Idosa. Atualmente mais de cem mil idosos são acompanhados mensalmente por doze mil voluntários de 579 municípios de 141 dioceses de 25 estados brasileiros.
Dividia seu tempo entre os compromissos como coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa e coordenadora internacional da Pastoral da Criança e a participação como representante titular da CNBB no Conselho Nacional de Saúde, e como membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

domingo, 10 de janeiro de 2010

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

HOMOSSEXUALISMO DEUS PROÍBE


Árvore Genealógica - Luiz Fernando Veríssimo

Mãe, vou casar!
Jura, meu filho ?! Estou tão feliz ! Quem é a moça ?


Não é moça. Vou casar com um moço.. O nome dele é Murilo.

Você falou Murilo.... Ou foi meu cérebro que sofreu um pequeno surto psicótico?


Eu falei Murilo. Por que, mãe? Tá acontecendo alguma coisa?

Nada, não... Só minha visão que está um pouco turva. E meu coração, que talvez dê uma parada.No mais, tá tudo ótimo.


Se você tiver algum problema em relação a isto, melhor falar logo...

Problema ? Problema nenhum. Só pensei que algum dia ia ter uma nora... Ou isso.


Você vai ter uma nora. Só que uma nora... Meio macho. Ou um genro meio fêmea. Resumindo:uma nora quase macho, tendendo a um genro quase fêmea...

E quando eu vou conhecer o meu. A minha... O Murilo ?


Pode chamar ele de Biscoito. É o apelido.

Tá ! Biscoito... Já gostei dele... Alguém com esse apelido só pode ser uma pessoa bacana. Quando o Biscoito vem aqui ?


Por quê ?
Por nada. Só pra eu poder desacordar seu pai com antecedência.


Você acha que o Papai não vai aceitar ?
Claro que vai aceitar! Lógico que vai. Só não sei se ele vai sobreviver.. . Mas isso também é uma bobagem. Ele morre sabendo que você achou sua cara-metade. . E olha que espetáculo: as duas metade com bigode.


Mãe, que besteira ... Hoje em dia ... Praticamente todos os meus amigos são gays.
Só espero que tenha sobrado algum que não seja... Pra poder apresentar pra tua irmã.


A Bel já tá namorando.
A Bel? Namorando ?! Ela não me falou nada.... Quem é?


Uma tal de Veruska.
Como ?


Veruska...
Ah !, bom! Que susto! Pensei que você tivesse falado Veruska.


Mãe !!!...

Tá.., tá...., tudo bem...Se vocês são felizes. Só fico triste porque não vou ter um neto ..


Por que não ? Eu e o Biscoito queremos dois filhos. Eu vou doar os espermatozóides. E a ex-namorada do Biscoito vai doar os óvulos.
Ex-namorada? O Biscoito tem ex-namorada?


Quando ele era hétero... A Veruska.
Que Veruska ?


Namorada da Bel...
"Peraí". A ex-namorada do teu atual namorado.... E a atual namorada da tua irmã . Que é minha filha também... Que se chama Bel. É isso? Porque eu me perdi um pouco...


É isso. Pois é... A Veruska doou os óvulos. E nós vamos alugar um útero.
De quem ?


Da Bel.
Mas . Logo da Bel ?! Quer dizer então... Que a Bel vai gerar um filho teu e do Biscoito. Com o teu espermatozóide e com o óvulo da namorada dela, que é a Veruska...


Isso.
Essa criança, de uma certa forma, vai ser tua filha, filha do Biscoito, filha da Veruska e filha da Bel
.

Em termos...
A criança vai ter duas mães : você e o Biscoito. E dois pais: a Veruska e a Bel.


Por aí...
Por outro lado, a Bel.....,além de mãe, é tia... Ou tio.... Porque é tua irmã.


Exato. E ano que vem vamos ter um segundo filho. Aí o Biscoito é que entra com o espermatozóide. Que dessa vez vai ser gerado no ventre da Veruska... Com o óvulo da Bel. A gente só vai trocar.
Só trocar, né ? Agora o óvulo vai ser da Bel. E o ventre da Veruska.


Exato!
Agora eu entendi ! Agora eu realmente entendi...


Entendeu o quê?
Entendi que é uma espécie de swing dos tempos modernos!


Que swing, mãe ?!!....
É swing, sim ! Uma troca de casais... Com os óvulos e os espermatozóides, uma hora no útero de uma, outra hora no útero de outra...


Mas...
Mas uns tomates! Isso é um bacanal de última geração ! E pior..... Com incesto no meio..


A Bel e a Veruska só vão ajudar na concepção do nosso filho, só isso...
Sei !!! ... E quando elas quiserem ter filhos...


Nós ajudamos.
Quer saber ? No final das contas não entendi mais nada. Não entendi quem vai ser mãe de quem, quem vai ser pai de quem, de quem vai ser o útero,o espermatozóide. .. A única coisa que eu entendi é que... Vai ficar difícil fazer essa árvore genealógica.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

É ERRADO REPREENDER PESSOAS IDOSAS


Paulo escreveu a Timóteo e disse: “Não repreendas ao homem idoso; antes, exorta-o como a pai; aos moços, como a irmãos; às mulheres idosas, como a mães; às moças, como a irmãs, com toda a pureza” (1 Timóteo 5:1-2). Mas, no mesmo capítulo, ele falou sobre presbíteros (anciãos, necessariamente homens de alguma idade– veja as qualificações em 1 Timóteo 3 e Tito 1) e disse: “Quanto aos que vivem no pecado, repreende-os na presença de todos, para que também os demais temam” (1 Timóteo 5:20). Será que Paulo está se contradizendo no mesmo capítulo? Claro que não. A solução está nas palavras que ele usou.
A tradução de textos de um idioma para outro sempre apresenta algumas dificuldades. Às vezes, uma língua tem várias palavras para comunicar uma idéia e outra língua pode ter uma palavra só. Neste caso, os tradutores usaram uma palavra (repreender) para traduzir duas palavras diferentes no original. A palavra que Paulo usou em 5:1 quer dizer “tratar com rudeza”. A palavra usada em 5:20 é outra. Ela tem o sentido de “reprovar, convencer ou corrigir”.
O que aprendemos desses fatos?
Œ Podemos corrigir qualquer pessoa, até presbíteros e outros homens mais velhos, uma vez que demonstramos o respeito devido a tais homens. Da mesma forma que devemos honra e respeito aos nossos pais, devemos tratar com dignidade os homens mais velhos. Mas, ninguém é infalível, nem acima de correção.
 Devemos estudar com atenção, procurando até o sentido de palavras difíceis. Um bom dicionário é uma ferramenta útil no estudo da Bíblia, pois ela contém algumas palavras pouco usadas.
Ž  Às vezes, precisamos de informações sobre a língua original para entender o sentido do texto. Essas informações se encontram em léxicos ou alguns comentários, mas nem todos têm fácil acesso a tais livros. Na maioria das vezes, podemos descobrir diferenças comparando mais de uma versão da Bíblia. Por exemplo, a Nova Versão Internacional (NVI) já esclarece a dificuldade em 1 Timóteo 5. No versículo 1, os tradutores puseram: “Não repreenda asperamente o homem idoso...”. No versículo 20, encontramos o seguinte: “Os que pecarem deverão ser repreendidos em público...”. Facilmente percebemos a diferença entre “repreender” e “repreender asperamente”.
Estudo da Bíblia exige paciência e esforço, mas os benefícios são eternos! Vamos desenvolver bons hábitos de leitura freqüente e estudo cuidadoso para aproveitar ao máximo a palavra do Senhor.
-por Dennis Allan

COMO ALGUÉM PODE PREENCHER O QUE RESTA DAS AFLIÇÕES DE CRISTO?

O sacrifício de Jesus foi perfeito e eficaz (Hebreus 10:12). Ele se mostrou obediente e cumpriu toda a justiça (Mateus 3:15; Hebreus 5:8-9). Como, então, poderia Paulo dizer: “...e preencho o que resta das aflições de Cristo....”? (Colossenses 1:24). Quando Jesus voltou aos céus, depois de cumprir a sua missão na terra, faltou alguma coisa que meros homens poderiam completar?
O eterno plano de Deus tem um elemento humano que depende dos servos do Senhor. Jesus fez o sacrifício, mas os homens precisam ouvir esta notícia. Se ninguém tivesse divulgado a boa nova, qual seria o valor do sacrifício de Jesus? Se Pedro não tivesse falado no dia de Pentecostes, se Paulo e Barnabé tivessem recusado ir para a Ásia, ou se Paulo e Silas tivessem ignorado o apelo da Macedônia, como seria a situação das pessoas hoje?
Paulo recebeu a dispensação de Deus a favor dos ouvintes, os santos (Colossenses 1:25-26). A mensagem que ele pregou se resume nestas palavras: “Cristo em vós, a esperança da glória” (Colossenses 1:27). Sem a pregação do evangelho, o mundo teria permanecido sem Cristo e sem esperança (cf. Efésios 2:12).
O ministério de Paulo foi pregar a palavra com o objetivo de aperfeiçoar os ouvintes: “...o qual nós anunciamos, advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo” (Colossenses 1:28). Paulo se esforçava para cumprir a sua parte deste eterno propósito de Deus (Colossenses 1:29).
Há quase 2.000 anos, Jesus Cristo fez o sacrifício perfeito na cruz do Calvário. A mensagem da cruz continua sendo o único caminho que leva o homem à salvação eterna (Atos 4:12; 1 Coríntios 2:1-5). A pregação desta mensagem é descrita como “o ministério da reconciliação”, pois chama as pessoas a se reconciliarem com Deus (2 Coríntios 5:18-20). Da mesma maneira que Paulo preenchia o que restava das aflições de Cristo, os servos do Senhor hoje têm o privilégio de continuar a mesma missão. Paulo disse para Timóteo: “E o que da minha parte ouviste..., isso mesmo transmite a homens fiéis e idôneos para instruir a outros” (2 Timóteo 2:2).
Nós que somos cristãos temos o privilégio de preencher o que resta das aflições de Cristo!
– por Dennis Allanwww.estudosbiblicosnet.com.br

DEUS PODE USAR PESSOAS FALHAS PARA CUMPRIR SEUS PLANOS?

Se é bem-sucedido, obviamente vem de Deus. Certo? Se traz benefício espiritual, não resta dúvida! É assim que muitas pessoas julgam pessoas e obras dos homens, imaginando que o fim justifique o meio, e até prove a aprovação de Deus das pessoas usadas para o bem dos outros. Deus pode usar pessoas com falhas para cumprir seus planos? Ele pode permitir que alguém sirva para ajudar outros, e ainda reprovar aquele mensageiro?
As aplicações deste raciocínio são muitas. Alguns justificam o adultério porque Davi era homem segundo o coração de Deus (Atos 13:22). Outros defendem práticas erradas nas igrejas (mulheres pregando, todo tipo de show musical, atividades de entretenimento, apelos materialistas, etc.) porque servem para encaminhar algumas pessoas para Cristo. Num mundo de marketing e comércio, não deve nos surpreender que o “lucro” no final da folha de balanço se torne o único medidor importante.
Mas o estudo da palavra deixa bem claro que o julgamento de Deus é outro. Ele frequentemente usa pessoas com falhas, e até atos errados destas pessoas, para cumprir seus planos. Jamais devemos distorcer este fato para justificar o erro. Considere:
Perez era filho de Judá e Tamar, e se tornou antepassado de Jesus (Mateus 1:3). Mas a relação deles envolvia promessas quebradas, engano e prostituição (veja Gênesis 38). Deus usou estas pessoas, mas não aprovou os pecados delas. A genealogia de Deus inclui adúlteros, assassinos, idólatras, etc. Deus usou pessoas com falhas para trazer Jesus ao mundo!
Deus pode usar o pecado do homem para cumprir seus planos, mas isso não justifica o erro. Os irmãos de José pecaram nas suas más intenções, mas Deus usou o erro deles para salvar uma nação (Gênesis 50:20). Judas pecou, mas Deus usou sua traição para um fim proveitoso (Mateus 26:24).Os judeus mataram Jesus, mas Deus usou este pecado para cumprir seus planos (Atos 3:13-19).
Se refletir um pouco, perceberá que Deus constantemente usa pessoas com falhas para cumprir seus propósitos, porque ele trabalha por meio de pessoas imperfeitas – como você e eu! Ele escolheu sacerdotes imperfeitos (Hebreus 7:23,27), apóstolos imperfeitos (2 Coríntios 4:7; Gálatas 2:11; Filipenses 3:12), etc.
O fato de alguém servir para pregar a verdade aos outros não significa que a própria pessoa necessariamente chegará ao céu (1 Coríntios 9:27). Cada um será julgado pelo reto Juiz (2 Coríntios 5:10; João 12:48).
–por Dennis Allan. texto tirado de www.estudosbiblicosnet.com.br

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

MARTIN LUTHER KING JR.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nota: Se procura homônimos, consulte Martin Luther King (desambiguação).
Martin Luther King Jr. Nobel prize medal.svg
Martin Luther King Jr.
Nome completo Martin Luther King, Jr.
Nascimento 15 de Janeiro de 1929
Atlanta, GA
Flag of the United States.svg Estados Unidos
Morte 4 de Abril de 1968 (39 anos)
Memphis, TN
Flag of the United States.svg Estados Unidos
Ocupação pastor protestante e ativista político
Martin Luther King, Jr. (Atlanta, 15 de janeiro de 1929 — Memphis, 4 de abril de 1968) foi um pastorprotestante e ativista político estadunidense. Membro da Igreja Batista, tornou-se um dos mais importantes líderes do ativismo pelos direitos civis (para negros e mulheres, principalmente) nos Estados Unidos e no mundo, através de uma campanha de não-violência e de amor para com o próximo. Se tornou a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz em 1964, pouco antes de seu assassinato. Seu discurso mais famoso e lembrado é "Eu Tenho Um Sonho".

Vida familiar

Luther King Jr. nasceu em Atlanta, filho de Martin Luther King que era agricultor e Alberta Williams King que era pastora. Graduou-se no Morehouse College, em 1948, com um bacharelado em sociologia. No Morehouse, teve como mentor Benjamin Mays, um ativista dos direitos civis. Em 1951 viria a formar-se no Seminário Teológico Crozer, em Chester, Pensilvânia, e em 1954 se tornou pastor da Igreja Batista, em Montgomery, Alabama. Em 1955 recebeu um PhD em Teologia Sistemática pela Universidade de Boston, razão do uso comum do título de doutor.

Casamento e filhos

Luther King casou-se com Coretta Scott King (27 de Abril de 1927 - 30 de Janeiro de 2006) em 18 de Junho de 1953. O pai de King realizou a cerimónia de casamento na casa dos pais de Scott em Marion, Alabama. King e a sua esposa tiveram quatro filhos:
Todos os quatro filhos de King seguiram os passos do pai como activistas de direitos civis, apesar de que as opiniões e crenças sejam bastante diferentes entre eles.

Ativismo político

Em 1955, Rosa Parks, uma mulher negra, se negou a dar seu lugar em um ônibus para uma mulher branca e foi presa. Os líderes negros da cidade organizaram um boicote aos ônibus de Montgomery para protestar contra a segregação racial em vigor no transporte. Durante a campanha de 381 dias, co-liderada por King, muitas ameaças foram feitas contra a sua vida, foi preso e viu sua casa ser atacada. O boicote foi encerrado com a decisão da Suprema Corte Americana em tornar ilegal a discriminação racial em transporte público.
Depois dessa batalha, Martin Luther King participou da fundação da Conferência de Liderança Cristã do SulSouthern Christian Leadership Conference), em 1957. A CLCS deveria organizar o ativismo em torno da questão dos direitos civis. King manteve-se à frente da CLCS até sua morte, o que foi criticado pelo mais democrático e mais radical Comitê Não-Violento de Coordenação Estudantil (CNVCE, ou em inglês, SNCC, Student Nonviolent Coordinating Committee). O CLCS era composto principalmente por comunidades negras ligadas a igrejas Batistas. King era seguidor das idéias de desobediência civil não-violenta preconizadas por Mohandas Gandhi (líder político indiano também conhecido como Mahatma Gandhi), e aplicava essas idéias nos protestos organizados pelo CLCS. King acertadamente previu que manifestações organizadas e não-violentas contra o sistema de segregação predominante no sul dos EUA, atacadas de modo violento por autoridades racistas e com ampla cobertura da mídia, iriam criar uma opinião pública favorável ao cumprimento dos direitos civis; e essa foi a ação fundamental que fez do debate acerca dos direitos civis o principal assunto político nos EUA a partir do começo da década de 1960. (CLCS, ou em inglês, SCLC,
Martin Luther King Jr. profere o seu famoso discurso "Eu tenho um sonho" em março de 1963 frente ao Memorial Lincoln em Washington, durante a chamada "marcha pelo emprego e pela liberdade".
Ele organizou e liderou marchas a fim de conseguir o direito ao voto, o fim da segregação, o fim das discriminações no trabalho e outros direitos civis básicos. A maior parte destes direitos foi, mais tarde, agregada à lei estado-unidense com a aprovação da Lei de Direitos Civis (1964), e da Lei de Direitos Eleitorais (1965).
King e o CLCS escolheram com grande acerto os princípios do protesto não-violento, ainda que como meio de provocar e irritar as autoridades racistas dos locais onde se davam os protestos - invariavelmente estes últimos retaliavam de forma violenta. O CLCS também participou dos protestos em Alabany (1961-2), que não tiveram sucesso devido a divisões no seio da comunidade negra e também pela reação prudente das autoridades locais; a seguir participou dos protestos em Birmingham (1963), e do protesto em St. Augustine (1964). King, o CLCS e o CNVCE uniram forças em dezembro de 1964, no protesto ocorrido na cidade de Selma.
Em 14 de outubro de 1964 King se tornou a pessoa mais jovem a receber o Nobel da Paz, que lhe foi outorgado em reconhecimento à sua liderança na resistência não-violenta e pelo fim do preconceito racial nos Estados Unidos.
Com colaboração parcial do CNVCE, King e o CLCS tentaram organizar uma marcha desde Selma até a capital do Alabama, Montgomery, a ter início dia 25 de março de 1965. Já haviam ocorrido duas tentativas de promover esta marcha, a primeira em 7 de março e a segunda em 9 de março.
Na primeira, marcharam 525 pessoas por apenas 6 blocos; a intervenção violenta da polícia interrompeu a marcha. As imagens da violência foram transmitidas para todo o país, e o dia ganhou o apelido de Domingo Sangrento. King não participou desta marcha: encontrava-se em negociações com o presidente estado-unidense, e não deu sua aprovação para a marcha tão precoce.
A segunda marcha foi interrompida por King nas proximidades da ponte Pettus, nos arredores de Selma, uma ação que parece ter sido negociada antecipadamente com líderes das cidades seguintes. Este ato tresloucado causou surpresa e indignação de muitos ativistas locais.
A marcha finalmente se completou na terceira tentativa (25 de março de 1965), com a permissão e apoio do presidente Lyndon Johnson. Foi durante esta marcha que Stokely Carmichael (futuro líder dos Panteras Negras) criou a expressão "Black Power".
Antes, em 1963, King foi um dos organizadores da marcha em Washington, que inicialmente deveria ser uma marcha de protesto, mas depois de discussões com o então presidente John F. Kennedy, acabou se tornando quase que uma celebração das conquistas do movimento negro (e do governo) - o que irritou bastante ativistas mais radicais e menos ingênuos.
A partir de 1965 o líder negro passou a duvidar das intenções estadunidenses na Guerra do Vietnã. Em fevereiro e novamente em abril de 1967, King fez sérias críticas ao papel que os EUA desempanhavam na guerra. Em 1968 King e o SCLC organizaram uma campanha por justiça sócio-econômica, contra a pobreza (a Campanha dos Pobres), que tinha por objetivo principal garantir ajuda para as comunidades mais pobres do país.
Também deve ser destacado o impacto que King teve nos espetáculos de entretenimento popular. Ele conversou com a atriz negra do seriado Star Trek original, Nichelle Nichols, quando ela ameaçava sair do programa. Nichelle acreditava que o papel não estava ajudando em nada sua carreira e que o estúdio a tratava mal, mas King a convenceu de que era importante para o negro ter um representante num dos programas mais populares da televisão.
Martin Luther King era odiado por muitos segregacionistas do sul, o que culminou em seu assassinato no dia 4 de abril de 1968, momentos antes de uma marcha, num hotel da cidade de Memphis. James Earl Raycrime, mas anos depois repudiou sua confissão. A viúva de King, Coretta Scott King, junto com o restante da família do líder, venceu um processo civil contra Loyd Jowers, um homem que armou um escândalo ao dizer que lhe tinham oferecido 100 mil dólares pelo assassinato de King.Ħ confessou o
Em 1986 foi estabelecido um feriado nacional nos EUA para homenagear Martin Luther King, o chamado Dia de Martin Luther King - sempre na terceira segunda-feira do mês de janeiro, data próxima ao aniversário de King. Em 1993, pela primeira vez, o feriado foi cumprido em todos os estados do país

TESTEMUNHO DE UMA MULHER EX HOMOSSEXUAL- LIBERTA POR JESUS



Gritei aos quatro ventos: "sou homossexual". Quem disse que seria fácil?
Posted: 03 Jan 2010 12:57 AM PST

Por Ci Gravito

Sempre tive uma idéia errada e de certa forma, deturpada, do que seria viver em Deus. Quando comecei a frequentar a igreja, achava que a vida seria linda, azul e que tudo viria à mim em uma bandeja de ouro.

O começo da minha vida de “idas à igreja” foi assim: eu tinha muitos ao meu redor, todos dedicavam tempo, atenção, palavras, carinho, paciência (e que paciência). Eu focava/vivia nisso, aumentava histórias, contava mentiras, só para garantir aquela atenção enorme, para mantê-las por perto. Minha vida (de) pendia disso, da atenção recebida.

Então, pela primeira vez senti que a vida não é fácil, que certas coisas acontecem, nosso castelo de cartas cai. É só assim, no chão (ou sem ele), que aprendemos. As pessoas das quais eu (de) pendia foram embora. Em questão de um mês, vi a maioria delas irem. Fiquei sem chão. Voltei a buscar incansável por alguém para servir-me de suporte. Encontrei novamente. (De) pendi novamente. E pela segunda vez, senti que a vida não é fácil.

Sem explicação ou justificativa, algo que eu escondia há anos veio à tona: a atração por pessoas do mesmo sexo. Pareceu aumentar, bater mais forte no peito e doer mais. Eu queria pedir ajuda, mas tinha vergonha. Encontrei uma pessoa e, sabe-se lá por que, ela me ouviu e passou a me ajudar incomparavelmente. Adivinha?! Passei a viver em função dela. Depois de seis meses, em uma infeliz análise, cheguei a uma das piores conclusões da minha vida: eu estava apaixonada. Apaixonada pela pessoa que se dispôs a ajudar, a dar a mão e a falar de Deus para mim. Mais uma vez, vi que a vida não é fácil. Afastei-me por umas semanas, mas a (de) pendencia não permitiu a distância. Contei. Confessei a paixão e a partir daí, as coisas só pioraram. Os meses seguintes foram o princípio de uma vida que eu não imaginei viver. Haviam pessoas por perto, mas eu não poderia contar a paixão por alguém casado e do mesmo sexo. Eu não poderia contar que olhava para casais homossexuais e ficava com inveja, por sentir que nunca seria feliz como eles. As coisas só aumentavam e me assustavam mais, tomaram proporções inimagináveis.

Alguns meses depois da confissão, a vida afastou, também, a pessoa que estivera mais presente. E afastou aquelas que estavam “meio-presentes”. Fiquei só. A partir daí, sem alguém para ser meu chão, caí de para-quedas em uma realidade chocante, não vivida até então. Novamente, vi que a vida não é fácil.

Passei a viver uma personagem e a alimentar todos os meus desejos. Entrei em comunidades e conheci pessoas. Conversei e expus tudo o que confinei no tempo que correu. Manifestei aquilo que achei ser “o fogo que me alimentava”. Gritei aos quatro ventos: “Sou homossexual! Nunca mais ficarei com um homem!” E, na época, me senti inacreditavelmente bem com isso. Senti-me livre, realmente vivendo o que sempre sonhei. Fiquei com várias mulheres. Três delas ficaram mais marcadas. Ao lado de uma delas, cri viver os melhores dias da minha vida até então.

Mas, como outrora, vi que a vida não é fácil. Começou a faltar-me algo. Naquela vida perfeita, na qual eu tinha mulher, era muito bem aceita e amada, frequentava lugares extremamente agradáveis, senti falta de algo. Um vazio no peito. Um gosto estranho, como se, ao mesmo tempo que aquela vida era perfeita e aparentava ser doce, era extremamente amarga. Tudo deveria deixar feliz, mas não deixava. Eu procurava um pouco de paz, mas não achava.

A vida não é fácil, mas é surpreendente. Aquela pessoa que me ajudou, aquela pela qual fui apaixonada e que, diga-se de passagem, eu não queria ver nem pintada de ouro, reapareceu. E como um tapa na cara, ela voltou a conversar, perguntar e lutar ao meu lado. Em um momento de choque de realidades e ao perceber que a felicidade verdadeira não estaria ali, ao lado de mulheres, confessei querer sentir Deus. Foram alguns meses levando a situação com a barriga. Vivi naquele mundo “perfeito” e tentei me reaproximar de Deus. Mas, um dia, percebi que dali para frente seria menos fácil do que eu imaginei. Teria que decidir. Foi a decisão mais difícil da minha vida: abrir mão daquela realidade “perfeita”, acolhedora, de um lugar onde eu tinha certeza ser amada, por um futuro inesperado, pelo desconhecido e por uma felicidade que eu ouvia ser real, mas nunca sentira. Eu teria que abrir mão das minhas mentiras, do meu prazer, para viver exatamente o oposto.

Escolhi.

Pela primeira vez, decidi. A única pessoa que tinha todos os motivos para não estar ao meu lado, foi a que chorou ali, a que sentiu e viveu todos os momentos.

Achei que, por ser a decisão certa, seria fácil. A decisão foi difícil, mas achei que as dificuldades acabariam por ali. Idéia deturpada, como eu disse. A dor por ter aberto mão da “vida perfeita” foi enorme. Aquela pessoa ficou ao meu lado no começo. Manteve-se extremamente presente mas quando comecei a depender demais, a vida a afastou. Ficou nítido, ali, que a vida nunca mais seria fácil. Foi instantâneo, ela saiu de perto e tudo voltou. A mulher que eu tinha como “sonho de consumo” começou a me dar bola, as pessoas voltaram, estava tudo ali, na bandeja de ouro. Aquele passado batia à porta. Em um mês, eu já estava à beira do precipício. Não fiz grandes escolhas, só entrei em um site, li um livro e me apressei para ir à igreja. Sem que eu percebesse, afastei-me um pouco da beira do precipício. E, aos poucos, fui me afastando cada vez mais.

As dores não diminuíram, muito pelo contrário. Conforme Deus vai moldando, parece doer mais. Tive que abrir mão das mentiras, que me prendiam incomparavelmente; tive que me afastar de pessoas, cortar certas relações, deixar de frequentar determinados lugares. Mas, finalmente, tenho felicidade e paz. O incrível é que, mesmo com dificuldades e dores, a felicidade mantém-se. A paz de estar em Deus é inexplicável e por mais dores que eu passe, por mais que eu ache algumas vezes que não dá para sobreviver, a paz reaparece inexplicavelmente.

Muitas pessoas não viveram a recompensa na terra por suas atitudes, por suas escolhas e dificuldades. A paz verdadeira, o dia de estar realmente tranquilo não é aqui, não está aqui e, muito provavelmente, não estará… Não espere viver em um mundo cor-de-rosa por que a verdadeira recompensa por tudo o que plantamos não está aqui.

Nesses meus 19 anos de vida, procurei uma felicidade palpável, uma paz plausível ou justificável, procurei vida e felicidade em coisas, pessoas. Hoje vejo que a justificativa para a felicidade é uma só: Deus. Sou feliz, hoje, como nunca fui. Amo como nunca amei. Vivo como nunca vivi. Não sei o que virá. Não sei se vou morrer amanhã ou não. Sei que tenho paz por tentar viver em Deus o tempo todo. Sei que, não importa o que aconteça, Ele estará ao meu lado e isso me basta.

Deus ama a todos e dá oportunidade a todos, basta você escolher: Ele ou você.

Au revoir.

God bless, ya.

Fontes:
Thats The Time (Ci Gravito) via Daniela Pires (Adna Jovem)

Daniela Pires é membra da UBE na plataforma Orkut, congrega na Assembleia de Deus Nova Aliança, Cuiabá - MT, e edita o blog Adna Jovem ao lado de muitos outros internautas.
 
© Template Scrap Suave|desenho Templates e Acessórios| papeis Bel Vidotti