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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

CULTURA DOS MAIAS ASTECAS E DOS INCAS

Trabalhos escolares, livros e resumos
Boa noite. quarta, 30 de dezembro de 2009

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► Cultura Maia, Asteca e Inca Pré-Ocidentalização




JUSTIFICATIVA

Qualquer conhecimento, para ser bem profundo, deve vir desde os primórdios dos fatos que o geraram. Não poderia ser diferente a compreensão de uma civilização em qualquer parte do mundo.

É de fundamental importância estudar as culturas incas e maias, pois fazem parte de nossa história: a história do povo latino- americano.

Toda a influência da cultura e pensamento europeus, fez com que os próprios cidadãos da América Latina (em sua maioria) ignorassem a história e a cultura dos povos que já viviam aqui há milhares de séculos atrás. É necessário que nós, povos latino-índio-ibero-afro-americanos, estudemos todas as civilizações de nossos ancestrais e suas percepções dos fatos ocorridos, para podermos entender nosso lugar no mundo, e não só copiar ou aceitar passivamente as opiniões de uma só civilização como a dos europeus. A riqueza cultural de nossos primitivos habitantes é como o alicerce desta edificação que é o conhecimento do continente americano.

Refletimos também sobre a quantidade absurda da população brasileira que, ao falar da história do Brasil, insistem em utilizar a data de 1500 como o início da história e civilização latino-americana. E a importância de modificar essa consciência errônea e discriminatória.

CONTEXTUALIZAÇÃO

Os povos das Américas, separados da Eurásia e da África, por vastos oceanos, desenvolveram um ritmo próprio para encontrar seu caminho para a civilização. O Nilo assistia impávido ao erguimento de grandes pirâmides de pedra; as planícies da Mesopotâmia eram marcadas por zigurates cercados por cidades populosas; o burburinho de uma vida urbana avançada percorria o vale do Indo ... Enquanto isso, os povos americanos primitivos ainda seguiam um padrão de vida baseado em movimentos nômade sazonais.

Os avanços dos anos, determinavam os deslocamentos dos povos, que aproveitavam a generosidade de montes e vales, combinando as migrações com as estações de caça e pesca e a época de alimentos silvestres.

Em algum momento depois de 4.000 d.C. , alguns bandos começaram a se instalar de forma um pouco mais permanente. Durante o terceiro milênio antes de Cristo, cada vez mais americanos abandonaram o nomadismo, especialmente ao longo das costas da Meso-américa (região que vai do vale do México até Honduras) e nas montanhas e vales costeiros do Peru. Através da formação de pequenos vilarejos , começaram a cultivar plantas e a domesticar animais.

À medida que aprendiam a produzir e a guardar alimentos, passaram a organizar o trabalho com mais eficiência ao longo do ano, desenvolvendo projetos conjuntos com outras vilas durante períodos em que não precisavam se ocupar tanto com as plantações. Assim, puderam construir monumentos mais elaborados e majestosos em oferenda aos seus deuses. Em 1.500 a.C. o cultivo do milho era fundamental. Os agricultores já viviam em vilarejos permanentes e alguns deles se tornaram grandes cidades após 1.000 a.C.

As comunidades tinham um chefe proveniente de linhagem exclusiva de poder. O poder econômico vinha do controle sobre a distribuição da terra, alimentos e artesanato, e sua posição era provavelmente reforçada por sanções religiosas. O comércio entre povos distantes floresceu, a população expandiu-se, artes e ciências atingiram novas alturas.

A data convencional para o início do período clássico das civilizações da América pré-colombiana gira em torno do ano 250 d.C., época de realizações comerciais e artísticas notáveis. Os povos pré-colombianos apresentavam diferentes estágios de desenvolvimento cultural e material , classificados em sociedades coletores/caçadores e sociedades agrárias. Dentro desse segundo grupo, três culturas merecem maior destaque: os maias e os astecas, no México e na América Central, e os incas, na Cordilheira dos Andes, na América do Sul.

Alcançaram notáveis conhecimentos de astronomia e matemática, além de dominar técnicas complexas de construção, metalurgia e cerâmica. Não conheciam a roda e o cavalo, mas desenvolveram técnicas eficientes de agricultura. Enquanto o fim da cultura maia representa , até hoje, um grande mistério, sabemos que os povos astecas e incas decaíram perante a conquista espanhola.

A Civilização Maia


A civilização maia, muito provavelmente, foi a mais antiga das civilizações pré-colombianas, embora jamais tenha atingido o nível urbano e imperial dos astecas e incas. Os maias floresceram no século IV d.C. Grande parte da área onde eles se desenvolveram foi a península de Yucatan, Honduras e Guatemala região pouco promissora para o assentamento humano, e que provavelmente sempre foi. Embora haja algumas regiões montanhosas e temperadas, a maior parte é baixios, coberta pela floresta tropical, que cria insetos e animais ferozes e alimenta doenças. No entanto, os maias construíram ali templos e pirâmides quase tão grandes quanto os do antigo Egito.

Embora esta civilização remonte ao segundo milênio a.C., os seus primeiros traços mais substanciais datam de 100 d.C., e o seu melhor período de criatividade situa-se entre 600 e 900 d.C. Os maias viviam em pequenos povoados e não deixaram ruínas urbanas.

Os maias do Período Clássico se preocupavam com a passagem do tempo. (têm-se dados de que através de lajes de pedras os maias faziam inscrições gravadas relativas a história e ao seu calendário). Seus astrônomos calculavam adoração exata do ano solar, do mês lunar e podiam prever até mesmo um eclipse. Tais cálculos exigiam habilidades matemáticas avançadas. Os povos da América central inventaram, por si próprios, a idéia de decimais e o conceito de zero.

Rigidamente dividida em três classes às quais o indivíduo pertencia desde o nascimento. Primeiro, a família real, incluindo ocupantes dos principais postos do governo e os comerciantes; em seguida, servidores do Estado, como dirigentes das cerimônias e responsáveis pela defesa e cobrança de impostos. Na camada mais baixa, os trabalhadores braçais e agricultores. Durante muitos anos o conhecimento da antiga estrutura social maia estava baseada no modelo, segundo o qual os maias do período clássico possuíam uma aristocracia teocrática que governava por direito divino e consentimento popular nos centros cerimoniais interpretando os acontecimentos dos céus e as complexidades do calendário para o restante da população.

A sociedade nesse período clássico parece ter sido governada por uma nobre classe de guerreiros e sacerdotes hereditários.

A religião assemelhava-se à de outros povos da região, cultuavam divindades ligados à caça, à agricultura e os astros. Os maias acreditavam que o destino do homem era regido pelos deuses, e para eles ofereciam alimentos, sacrifícios humanos e animais.

Tudo girava em torno da realização de rituais e cerimônias de acordo com um calendário com base na observação astronômica. Isto tem surpreendido alguns historiadores como a melhor evidência do alto nível cultural maia pois se apoiavam em grandes habilidades matemáticas.

A base econômica dos maias era a agricultura, principalmente do milho, praticada com a ajuda da irrigação, utilizando técnicas rudimentares e itinerantes, o que contribuiu para destruição de florestas tropicais nas regiões onde habitavam, desenvolveram também atividades comerciais cuja classe dos comerciantes gozavam de grandes privilégios.

A península de Yucatán proporciona tudo o que o modo de viver dos antigos maias requeria e oferecia com grande abundância: pedra para construção, cal e cascalho, para seus edifícios religiosos e administrativos, madeira e teto para as casas da gente do povo.

Quaisquer que fossem as razões, a civilização maia começou a declinar a partir do século X, quando um grande terremoto ou uma erupção vulcânica provocou o abandono de muitos de seus principais centros. Pouco depois o território maia foi invadido por povos provenientes do planalto mexicano, já usuários do metal. Chichén Itzá, o maior centro maia, foi abandonado no século XIII e a sociedade maia parece ter se dissolvido num conjunto de pequenos Estados dispersos, embora só no final do século XVI a sua última fortaleza em Yucatán tenha se rendido aos espanhóis. Mas nesta época a civilização maia já chegara efetivamente ao fim, sem deixar importantes tradições ou técnicas para o futuro, mas apenas uma fascinante série de ruínas e uma língua ainda falada por dois milhões de pessoas nos dias de hoje.

A Civilização Inca

Muito antes de Cabral dar com suas caravelas em costas brasileiras, ou mesmo Cristóvão Colombo acreditar que realmente existia um outro continente, um povo extremamente evoluído já vivia, há séculos, por grande parte da América do Sul, notadamente em seu lado oriental, nos contrafortes da Cordilheira dos Andes, perto do Lago Titicaca. Esta civilização, conhecida como Incas, mesmo não dominando a escrita, realizou prodígios de arquitetura e no cultivo de alimentos, usando técnicas, no que toca às construções, que até hoje permanecem como mistério para nós. Os Incas tinham o sol como deus maior e dele se originavam todas as suas crenças.

Dependendo da interpretação a palavra Inca pode significar várias coisas. Entre elas: as quatro direções; imperador; chefe; descendente do sol ou filho do sol. O povo inca era o legado de culturas muito mais antigas que serviram como alicerce. São citadas as dos Chavín, Paracas, Tiahuanaco, Huari e outras. Alguns destes povos já estavam na América do Sul 4000 anos antes do surgimento do Império Inca.

Também chamado de Tahuantinsuyo (as quatro direções), o Império Inca remonta ao século XII. Seu período mais próspero, quando conseguiu subjugar várias outras tribos, foi no século XV, época de sua maior expansão geográfica e cultural. Os Incas chegaram a reunir cerca de 12 milhões de pessoas, que falavam mais de 20 línguas, sendo a principal o quechua, esta falada até hoje, com extrema desenvoltura, em regiões mais afastadas da Bolívia e Peru. Nessa época os Incas se expandiam por um grande território ao longo do Oceano Pacífico e da Cordilheira dos Andes. Seus domínios alcançavam desde o rio Maule, no Chile Central, até o rio Putamayo, que atualmente marca a fronteira norte do Equador. De ponta a ponta eram quase 4800 km de extensão.

O Império se organizou politicamente com a unificação e anexação à força de várias tribos, que, no entanto, desfrutavam de relativa liberdade. Os elementos de coesão eram a religião e os tributos. Os mais altos postos do Império eram, é claro, destinados a membros da aristocracia, formada por parentes do imperador. Abaixo, na escala social, vinham os curaças, que eram os chefes locais. Depois vinham os hatumruna, agricultores e artesãos. Os yanaconas (servos) e os mitimaes (prisioneiros de guerra) eram a camada social mais baixa.

A maior herança incaica no tocante à arquitetura e hoje símbolo maior do turismo em território Peruano é a "cidade perdida" de Machu Picchu, "descoberta" somente no começo deste século, em 1911, pelo pesquisador americano Hiran Bingnan. Incrustada no alto de uma montanha, a quase 2,5 mil metros de altura, a cidade se constitui num dos maiores mistérios arqueológicos do planeta. Após um cem número de estudos e conjecturas, a única certeza é que Machu Picchu foi uma construção pertencente ao Império Inca, por todas as suas características e achados arqueológicos. É bom ressaltar que até o americano Bingman botar os olhos em Machu Picchu (no momento da "descoberta" ela estava encoberta pela mata) nenhum registro existia sobre a localidade, a não ser velhas lendas indígenas.

Os construtores de Machu Picchu descendiam de gerações de hábeis artesãos (que eram excelentes na lavra de ornamentos de ouro e prata e também cobre e cerâmica), porém quem dirigia esses trabalhadores eram os Incas, cuja capital foi, durante séculos, Cuzco (principal centro inca a partir de 1.200 d.C.). Começaram como humildes camponeses das terras altas e pastores de llama e é provável que somente 100 anos antes da chegada de Pizarro e os conquistadores, o Império teria se estendido desde o norte (Equador) até o Sul (Argentina). O império Inca alcançava então seu apogeu. A expansão inca resultou o mais vasto império da América pré-colombiana. Com uma superfície aproximada de 1.000.000 a 1.500.000 km², dividida em quatro partes: Chinchasuyu, no noroeste; Cuntisuyu, no sudoeste; Antisuyu, no nordeste e Collasuyu, incluindo a área do Titicaca, no sudeste, sendo Cuzco o ponto de encontro.

No entanto quando chegaram os espanhóis, o império se encontrava debilitado por uma grande guerra civil e conseqüentemente foi facilmente dominado.

Os trabalhos de engenharia e arquitetura inca são notáveis. As construções, carregadas de simplicidade e beleza se destacavam pelo perfeito corte das pedras, com uma técnica que permanece misteriosa até hoje. Não se sabe exatamente qual ferramenta ou ferramentas eram utilizadas para atingir tamanha perfeição. Na arquitetura, os Incas não usavam o arco, a coluna ou abóbada, se caracteriza pelas adequadas proporções e simetria tanto por suas construções maciças quanto na solidez. As fileiras inferiores de um muro eram formados com blocos maiores que as superiores, apresentando bastante segurança no que faziam. Mostraram notáveis conhecimentos na construção de caminhos, pontes, aquedutos e canais de irrigação. Na época da conquista dos espanhóis os caminhos pavimentados dos incas se estendiam por milhas e milhas pelos Andes Centrais, assim como os canais de irrigação que subiam e desciam montanhas altíssimas.

Para os incas a arte da agricultura era de interesse supremo. Não somente cultivaram muitas plantas diversas de alcance alimentício e medicinal, como também aprenderam o aproveitamento dos solos, a arte do deságüe apropriado, os métodos corretos de irrigação e de conservação da terra mediante o emprego de terraplanagem construídos a altos custos. Descobriram a importância dos fertilizantes para manter o solo rico e fértil. Na pecuária destacava-se a criação de lhamas, alpacas e vicunha, que forneciam leite, carne e lã e também eram usadas para o transporte de cargas leves. A economia era dirigida pelo estado e baseada no plantio de milho e batata. Mesmo não conhecendo as técnicas do arado os Incas desenvolveram um interessante sistema de irrigação com canais e aquedutos. Não existia propriedade privada e dinheiro.

Os Incas acreditavam na sobrevivência do espírito após a morte. Os sacrifícios, principalmente para o Deus sol, eram parte essencial da religião inca. Em ocasiões muito importantes, definidas pelos sacerdotes ou pelo imperador, animais, e muito raramente seres humanos, eram sacrificados. Mais comuns eram as oferendas de folhas de coca, bebidas, flores e roupas jogadas no fogo sagrado. Os sacerdotes desempenhavam a função de curandeiros, faziam previsões de acontecimentos e praticavam o exorcismo. Todos deviam obediência ao sumo sacerdote, o huillac humu, que ficava no templo de Cuzco. As festividades eram estabelecidas de acordo com ciclos agrícolas.

ARGUMENTOS JUSTIFICATIVOS - ANÁLISE


Os ancestrais maias, incas e astecas, possuem inegavelmente uma das mais ricas tradições e culturas da história. Os povos antigos dos Andes e da Meso-américa produziram um grande numero de inacreditáveis obras de arte, que agora estão sendo introduzidos na vida os povos latino-americanos como símbolos de um passado comum em substituição aos símbolos europeus. Ocorre uma revalorização merecida da cultura Maia, Inca e Asteca. Tais povos produziram ornamentos, vasos e máscaras feitos de ouro, jade e outros metais cobiçados pelos europeus; tecidos de inigualável beleza; esculturas colossais erguidas em homenagem aos deuses; cidadelas, templos e centros cerimoniais que possuíam uma incrível organização social; e esculturas que são verdadeiras maravilhas.

Tais símbolos culturais foram retirados da história dos latino-americanos pelos colonizadores europeus. Eles se julgavam os detentores da palavra de Deus e guardiões dos valores essenciais para uma vida "civilizada". Sob esse ideal, os colonizadores passaram como um trator por cima da cultura dos maias, incas e astecas e ergueram o que chamaram de "Novo Mundo".

A América existia para a Europa, formava parte da fantasia e sonhos dos europeus. A paisagem e a humanidade do desconhecido eram idealizados. Antes mesmo do primeiro contato entre estes mundos tão distintos a Europa já tinha um marco referencial, com os relatos das viagem de Marco Polo, ainda que ficcionais, para a extensão e assimilação desse novo espaço geográfico e social. Nesse momento surgiu a idéia da Europa como "centro" e todas as outras culturas como periferia, a diáspora Civilização X Barbárie.

Os europeus civilizados, modernos, avançados e superiores, através da barbárie das suas ações (etnocídio e aculturação forçada) planejavam civilizar os povos latino americanos, considerados bárbaros. Assim todos os símbolos da cultura latino-americana foram soterrados em nome de uma catequese cultural. Entretanto atualmente, todas essas tradições estão sendo redescobertas pelos povos latino-americanos. Redescobertas neste sentido, adquire uma conotação simbólica, pois sempre se soube da existência desses símbolos culturais, entretanto o valor dado a eles agora é diferente. Tais símbolos relembram uma época onde os povos latino-americanos eram livres para seguir seu caminho e manifestar suas tradições sem retaliações e pressões externas. Relembram uma época onde possuíam uma história única e pura sem intromissão de estrangeiros arrogantes.

A partir do "descobrimento" da América uma nova cultura foi imposta aos povos latino-americanos. A América antes dos europeus possuía uma cultura que foi, em grande parte, destruída através do convívio europeu. Uma nova tradição latino-americana foi construída pelos europeus de origem ibérica através de uma cuidadosa seleção de eventos retratados como cruciais à história da humanidade. Através da repetição desse processo de exclusão e incorporação cultural, foi criada uma nova tradição que influencia e define a posição dos povos da América Latina até hoje.

Os povos Latino Americanos sempre foram e ainda são injustamente considerados por muitos uma periferia do mundo. Uma parte do globo que muitas vezes são esquecidos ou desconsiderados em reuniões internacionais de cúpula, que decidem assuntos relevantes a todas as nações. Isso ocorre não somente em questões econômicas, onde os países desenvolvidos do Norte realmente possuem um domínio hegemônico frente ao Sul subdesenvolvido ou em desenvolvimento. Como também a opinião dos povos latino-americanos são ignorados e avaliados como irrelevantes em questões sociais, políticas, jurídicas e etc. Um exemplo claro é a questão da floresta Amazônica. Situada na América do Sul, a floresta amazônica é considerada um patrimônio mundial, e várias foram às vezes que pessoas ou órgãos de países desenvolvidos do Norte consideraram que os países latino americanos (onde a própria floresta se situa) não possuíam capacidade para lidar com uma questão de tão ampla magnitude. Inclusive, vários mapas e atlas são vendidos mostrando a Amazônia não como parte de um território nacional, mas como uma área internacional, sem direito de soberania. Nesta e em outras questões a incrível riqueza etno-cultural da América Latina é completamente excluída.

Entretanto, o mais espantoso não é esse "preconceito" dos países do Norte, mas sim a própria posição de inferioridade que muitos latino-americanos se colocam. Muitos pensam, erroneamente, que a única maneira de se desenvolver satisfatoriamente é imitando ou assimilando a cultura européia e norte americana. Essa forma de pensamento, porém, foi condicionada aos latino-americanos através de séculos de colonização e exploração. Apesar da expressiva aculturação dos colonizadores, ou paradoxalmente por causa dela, nota-se atualmente uma necessidade de retorno às origens dos povos latino-americanos. Não as origens manipuladas e criadas pelos europeus, mas a real origem dos povos, datados na época das grandes civilizações maias, astecas e incas.

Vários são os pesquisadores, estudantes e outros que buscam constantemente recuperar a história e tradição de seus ancestrais e trazê-las novamente para a memória dos povos. O Extremo-Ocidente, contudo, às vésperas da chegada dos ibéricos, continua sendo um desafio para os historiadores por causa da falta de dados básicos para análises. E os poucos dados que existem são interpretações privilegiadas, aventuras individuais provindos de interesses particulares dos observadores. Esse trabalho sofre também com os efeitos da importação de problemáticas, princípios teóricos e metodologias que não atendem à nossa realidade histórica.

Atualmente essa busca pela real história das civilizações Maias, Incas e Astecas está sendo reforçada no sentido de encontrar uma origem comum para os povos latino-americanos.

Com o advento da globalização, uma nova onda de aculturação pelos europeus e, principalmente, americanos acontece novamente. Com a diminuição da importância das fronteiras, a popularização dos meios de comunicação e a Internet, uma gama de produtos norte-americanos e europeus invadem a América Latina. Filmes, séries de televisão sobre o american way of life, cadeias de restaurantes e fast-foods, moda, música, entre outros infestam as casas e cidades dos povos andinos e da Meso-américa. Enquanto alguns assimilam tais produtos rapidamente, outros os usam em favor de uma causa: o fortalecimento da identidade nacional. Na possibilidade de confronto, as culturas e os valores são reforçados. Ou seja, em contraposição a essa "nova colonização" cultural, os povos latino-americanos se voltam cada vez mais para as tradições de seus antepassados. Não aquela tradição inventada pelos europeus colonizadores, mas a cultura que data séculos antes da descoberta do "Novo Mundo".

Neste cenário de globalização e de uma possível criação de uma cultura global, é essencial aos povos latino-americanos terem suas raízes bem definidas e defendidas. Para que não percam suas identidades nacionais frente à invasão dos símbolos de vários países e da própria globalização é preciso que os povos latino-americanos tenha consciência da riqueza cultural de seus antepassados. É preciso que eles reconheçam a importância que as civilizações Maia, Asteca e Inca tiveram para a história da humanidade. As tradições, mitos, construções dessas civilizações foram algo único e sem igual e por isso é uma grande fonte de inspiração para a constituição de uma identidade.

Mas não só redescobrir as origens do povo latino-americano é importante. A definição de um passado comum é um passo para a definição de um futuro também comum. Uma coesão histórico social é essencial para o futuro de uma nação. É preciso ter consciência de quem foram os povos latino-americanos, para conseqüentemente entender quem poderão ser no futuro. Para entender o alto potencial que podem vir a atingir. E, seguindo essa formula, o futuro dos povos latino-americanos podem vir a atingir um glorioso futuro, assim como seu passado. A identidade latino-americana é rica o suficiente para isto.

HOMENAGEM AOS INTERNÁUTAS BRASILEIROS

Desejo a todos os internáutas brasileiros que visitam o meu blog, um feliz 2010. Que este ano que se aproxima venha repleto de muita paz e prosperidade para todos. Deus abençõe a todos.

HISTÓRIA DO TANQUE DE BETESDA

Houve uma festa dos Judeus, e Jesus foi a Jerusalém, alí ha um tanque com cinco entradas, que fica perto do Portão das Oliveiras. Na língua hebraica este tanque chama-se Betezata. Muitos doentes estavam no chão: cegos, aleijados, paralíticos. Havia alí um homem que estava doente fazia 38 anos, Jesus o víu deitado, e, sabendo que estava doente durante todo esse tempo, peguntou: você quer ficar curado? Senhor não tenho ninguém para me por no tanque, quando a água fica agitada, cada vez que quero entrar outro doente entra antes de mim. Levante-se pegue sua cama e ande, disse Jesus. No mesmo instante o homem ficou curado, pegou sua cama e começou a andar. Isso aconteceu no sábado, porisso os líderes Judeus lhe disseram: Hoje é sábado e a nossa lei não permite que você carregue a cama nesse dia. Ele respndeu: O homem que me curou disse: pegue sua cama e ande. Ele perguntaram : quem é que mandou você fazer isso? Mas ele não sabia quem era, pois Jesus tinha ido embora e havia muita gente alí naquele lugar. Jesus sempre dizia o meu pai trabalha até agora e eu também trabalho. Ele não obedecia a Lei dos Judeus e porisso eles facavam com mais vontade d mata-lo.COMENTÁRIO: A história desse tanque, era que de vez em quanto vinha um anjo do céu e balançava as águas dalí, e o primeiro doente que fosse jogado lá dentro na hora que as águas começavam se mover seria curado. Porisso, o povo ficava alí esperando esse fenômeno acontecer, pode até ser um fenômeno da natureza, mas a fé daquele povo era tão grande que eles ficavam realmente curados. Tudo se consegue através da fé. De Lery para o seu blog. Em 2004, os Arqueólogos descobriram vestígios da veracidade do tanque de Betesda, dizem que para chegar até lá tem que passar por um túnel, e aquele povo enfrentavam tuda essa dificldade pela fé.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009


segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

QUANDO VOCÊ É ESCOLHIDO E CHAMADO POR DEUS

Você é aquilo que declara na sua vida. Quando Deus chama a existência as coisas que não são, aí elas passam a existir, tudo isso acontece, não por Lei, mais por crer. Esta palavra derrota até o diabo: Se já morreram seus sonhos, Deus vivifica, e chama as coisas a exisirem. três João fala: Desejo que esteja bem em tudo. Deter-11vrs11 fala: Porém a terra qu vocês vão possuir é uma terra de montes e vales, onde nunca faltará chuva. Essas são as promessas para quem permite que Jesus habite em seus corações, pois não somos nós que escolhemos Jesus, é ele quem nos escolhe e nos chama para a sua obra. A água natural, nós bebemos, limpamos as sujeiras, em fim limpa tudo que está sujo. Mas, dentro do nosso coração é o Espirito Santo de Deus. Nós somos terra em que Deus cuida do princípio até o final do ano. Então pode esperar se você tem promessa de Deus, pode esperar o cumprimento dela. Atos 2 vers 39 fala: As promessas de Deus é para todos que tem promessas. Deus vai achar a pessoa a quem você ora e vai alcançar cada um de vocês. Quando o diabo perde o direito de mandar em você ele fica furioso. 1 Pedro- Vocação é eleição, significa que você faz parte dos eleitos, dos escolhidos e se você nunca tropeçar, fazer ficar cada vez mais firme em sua vocação, que é a sua chamada, jamais vai tropeçar.

sábado, 26 de dezembro de 2009

PESSOAS DESAPARECIDAS - MAIS UM SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA DE UNIÃO DE BLOGUEIROS EVANGELICOS

Pessoas desaparecidas: envolva-se com esta causa!
Posted: 25 Dec 2009 03:35 PM PST
*



A causa das pessoas desaparecidas obteve no último dia 18 deste mês uma grande vitória. Foi aprovada a Lei 12.127, que cria o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. Segundo a Lei, o cadastro deverá especificar os dados pessoais e as características físicas das crianças e adolescentes desaparecidos. O objetivo é integrar, em tempo real, as informações entre o Ministério da Justiça e as Secretarias de Segurança de todo o país, além de órgãos internacionais e a sociedade civil em geral. A nova Lei já está em vigor, mas ainda falta a definição sobre a forma de acesso às informações do cadastro, e a forma de atualização das mesmas.

Mas ainda muito pode e precisa ser feito. Outras iniciativas podem ser implementadas. Assista ao vídeo abaixo, sobre o chamado Alerta AMBER
. Uma excelente iniciativa norte-americana que pode ser implantada também no Brasil.



Sobre o tema, elaboramos ainda uma lista de links, para você se informar, interagir e colaborar de todas as formas possíveis:


CNPD - http://www.cnpd.org.br

Bureau Internacional de busca a crianças, adolescentes e adultos desaparecidos - http://www.interbureau.org

Divulgando Desaparecidos - http://www.divulgandodesaparecidos.org/home.html

Serviço Integrado de Atenção a Crianças e Adolescentes Desaparecidos (DF) - http://www.missingkids.com.br 

Desaparecidos Minas Gerais - http://www.desaparecidos.mg.gov.br/ 

Desapareceu.org (cadastro de brasileiros desaparecidos no mundo) - http://www.desapareceu.org 

Mães do Brasil - http://blogdasmaesdobrasil.blogspot.com/ 

Projeto Caminho de Volta - http://www.caminhodevolta.fm.usp.br

CPI das Crianças e Adolescentes Desaparecidos - http://www.cpicriancasdesaparecidas.com.br/

Portal Kids - http://www.portalkids.org.br/ 

Mães da Sé - http://www.maesdase.org.br/ 

Fundação da Infância e Adolescência (FIA –RJ) - http://www.fia.rj.gov.br/

Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Paraná) - http://www.sicride.pr.gov.br/ 

Desaparecidos Site - http://www.desaparecidos.com.br

Movimento Catarinense de Busca da Criança Desaparecida - http://www.criancadesaparecida.org/ 

Pessoas Desaparecidas (RS) - http://www.desaparecidos.rs.gov.br/ 

Procurados .org - http://procurados.org/ 

Diga Não à Erotização Infantil - http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/

National Center for Missing & Exploited Children (EUA) - http://www.missingkids.com

Fondation pour la Recherche d’Enfants Disparus, International (Suíça) - http://www.fredi.org/

Parents and Abducted Children Together (Inglaterra) - http://www.pact-online.org/

Abuelas de Plaza de Mayo (Argentina) - http://www.abuelas.org.ar/


“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.” Martin Luther King

“Livra os que estão destinados à morte e salva os que são levados para a matança, se os puderes retirar. Se disseres: Eis que o não sabemos; porventura, aquele que pondera os corações não o considerará? E aquele que atenta para a tua alma não o saberá? Não pagará ele ao homem conforme a sua obra?” Provérbios 24.11,12

Mobilize sua igreja para a ação e a oração, contate os políticos de sua cidade e estado, ponha seu blog na luta! Ajude das mil e uma formas possíveis, ou invente uma nova. E conte conosco!

Graça e paz

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

DROGAS MANIPULAÇÃO DE SATANÁS

Drogas – A praga do século XXl


Existem diversas situações complicadas no mundo atual. Roubos, morte, guerras e várias outras situações. Mas trazendo para a sociedade em que vivemos, podemos dizer que o maior problema que encontramos são as drogas.


Os narcóticos como são chamados de forma científica atuam nas mais diversas camadas da sociedade brasileira revelando não ser algo presente apenas na população de classe baixa como era pensado antigamente. Recentemente vimos na televisão o caso de um estudante de direito que sobre efeito de cocaína, após trocar seu carro por mais dessa droga, voltou para a casa e assassinou a avó e a empregada friamente.


Casos como esse chocam a sociedade e voltam os olhares da população para um problema: As drogas estão descendo dos morros e encontrando morada nas mansões. Percebemos então que somente quando a “pimenta cai nos olhos dos grandes” é que se estabelece um problema. Enquanto as mortes eram somente entre a população chamada de marginalizada, o problema era restrito e se deixava mal resolvido. Porém, agora, o mal está crescendo e tomando conta das famílias mais bem favorecidas, as quais têm uma voz de comando audível entre os grandes poderes.


Mas porque esperaram tanto para fazer algo? Uma vida é sempre uma vida, independente de onde ela vem. Porém, infelizmente, nem todos pensam dessa forma. Devemos conscientizar a nossa sociedade a lutar por vidas, como fizeram os pastores da Igreja Batista da Lagoinha em um manifesto contra as drogas, no qual se acorrentaram na Praça Sete, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Ficaram três dias amarrados por correntes que simbolizavam a dependência química dos viciados, que vivem em um verdadeiro aprisionamento às drogas.


A luta contra a morte dessas pessoas começa do fazer de cada um de nós. Com isso desencadeamos uma cascata na qual muitas situações ruins vão caindo por terra. Se o consumo de drogas diminuir, vão ocorrer menos crimes relacionados às pessoas viciadas; se diminuir o número de usuários, os traficantes vão perdendo seu “mercado”; se o mercado está diminuir, os lucros vão diminuir com ele; se não for mais um mercado lucrativo, não tem porque haver guerras do tráfico, que, conseqüentemente, também vão diminuir; se as guerras do tráfico diminuírem, teremos menos mortes; se tivermos menos mortes acontecendo é sinal que estaremos valorizando mais a vida; se valorizarmos mais a vida é sinal que estamos nos tornando pessoas melhores e pessoas que estão se tornando melhores não precisam usar drogas, muito pelo contrário elas ajudam a levantar as que estão caídas... e assim segue essa cascata.


Bem, esse é um projeto que parece complicado em curto prazo, mas temos a possibilidade de começar a mudar o mundo a partir de pequeninos atos como esses de pessoas que lutam pela vida de quem elas nem ao certo conhecem, mas cada um que faz isso tem a certeza de que cada uma dessas vidas tem um grande valor.


Abaixo está uma breve história que não poderia deixar de escrever. Havia na praia dois homens. Um sempre estava catando as estrelas do mar que ficavam presas na areia da praia e as jogava de volta ao mar. O outro cuidava apenas do seu barco e da sua rede. Todos os dias o catador de estrelas estava lá pegando uma a uma das estrelas que encontrava na praia e a devolvendo ao mar, até que um dia o outro homem (o que cuidava do seu barco e sua rede) ficou muito nervoso com aquela situação e perguntou:

– Você acha que vai conseguir pegar cada estrela do mar que existe em milhares e milhares e milhares de quilômetros de praia e devolvê-las ao mar?

O catador de estrelas respondeu:

– Não isso não, mas tenho certeza de que para a estrela que eu devolvi ao mar eu fiz a diferença!



Portanto, faça diferença você também


sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

A TRAÍÇÃO DE JUDAS

Então um dos doze discípulos, Chamado Judas Iscariotes, foi com os chefes dos sacerdotes e disse: Quanto vocês me pagarão para que eu lhes entregue Jesus? Eles contaram 30 moédas de Prata e lhe deram. E daí Judas procurava uma oportunidade para traír Jesus. Comentáro: Quantos andam procurando uma oportunidade para nos trair? as vezes nem precisa de moédas, é só pelo prazer de fazer o papel de Judas. Mas com tantos personagens importantes na bíblia, o indivíduo procura logo o personagem Judas? cuidado para não cair na sua própria armadilha como caíu Hamã, que fez a forca para Mardoqueu e quem acabou sendo enforcado foi ele mesmo, o Hamã, O minístro mau- caráter do Rei Assuero. Já diz o velho ditado: Quando a cabeça não pensa, o corpo é quem padece e o local mais atingido é o coração e a mente.! Se você fez um comentário no meu blog e não teve coragem de assinar, é porque você é um fraco(a) não assume o que fala. Será que é porque você sabe que está errado? ou porque está sem razão? Pessoas que agem assim é comparado com um cão sarnento, que sai se cossando pelo meio da rua, querendo atacar alguém, aí não encontra pessoas iguais a eles, então vão atacar pessoas que não tem nada a ver com a personalidade que ele mesmo trassou. gente medíocre, de personalidade póbre é o que você é. Procure ser um homem ou uma mulher de bem, não se faça de vítima, isto é um comportamento dos fracos. Assino com prazer Lery Cleide do blog da Lery.


quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

ESTER A RAINHA QUE SALVOU O POVO HEBREU DA DESTRUIÇÃO

É minha personagem preferida no antigo Testamento, pois era ousada e corajosa, além de extremamente bela e inteligente. Criada pelo parente Mardoqueu. Ester casou-se com o rei assuero, substituindo a rainha Vastí, que havia sido repudiada como esposa rebelde. Um dia o primeiro minístro do rei, um mau-caráter chamado Ramã, bolou uma trama para liquidar Mardoqueu e o povo Hebreu. Mardoqueu pediu ajuda de Ester, que apresentou-se ao rei sem ser convidada. Coisa que naquele tempo poderia significar a morte. Ela fez uma programação tão bem bolada contra o tal minístro Hamã, que a forca edificada para Mardoqueu acabou sendo usada para enforcar Hamã, e assim ele caía em sua própria cova. Como Daví escreveu no Salmo 7-15, referindo-se ao ímpio. Esperamos o dia em que a igreja de Roma, a qual tem cavado milhões de covas, por que detestam Judeus ortodoxo e protestantes, cairá em uma profunda cova, provavelmente cavada pelo próprio ante-cristo(Ap 17-18). Essa instituição Pseudo-Cristã, que aderiu descaradamente a Nova Era com a desculpa ao Ecumenísmo, na certa levará o ante-cristo ao poder com a ajuda dos pastores emergentes Americanos, fundadores do reconstrucionismo.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

RAABE DE PROSTITUTA A HEROÍNA - DAS MURALHAS DE JERICÓ

Raabe, de prostituta a heroína da fé
“Pela fé Raabe, a meretriz, não foi destruída com os desobedientes, porque acolheu com paz aos espias.”

Raabe era uma jovem que vivia em Jericó, na época em que Israel se preparava para conquistar Canaã, sob a liderança de Josué. As notícias das pragas que destruíram o Egito, e também da maneira como o exército de Faraó se afogara no Mar Vermelho, haviam chegado à sua cidade. Todo o povo de Jericó estava amedrontado e em franco preparo para lutar contra Israel.

Raabe tinha a sua casa construída sobre a larga muralha de Jericó. Ela era uma prostituta cultual, o que era comum em sua época, nos países pagãos de Canaã. Era a pior forma de prostituição, pois tinha a sanção religiosa. Homens e mulheres se entregavam aos rituais imorais dos deuses pagãos da fertilidade como forma de culto aceitável. Os pais entregavam com prazer suas filhas para sacrifícios ou para esses rituais malignos e sensuais, crendo que estavam agindo da maneira mais correta e santa... Era a vida em Jericó. Era a cultura em Canaã.

Em contrapartida, a lei que o Senhor dera a Moisés proibia que o pai prostituísse sua filha (Lv 19.29); que o sacerdote se casasse com mulher prostituta (Lv 21.7), mui especialmente o sumo-sacerdote (Lv 21.14). A penalidade imposta para este pecado era a morte por apedrejamento, ou ser queimada em fogueira, no caso de filha do sacerdote (Lv 21.9). O dinheiro ganho com prostituição era proibido entrar no templo como oferta ao Senhor (Dt 23. 17-18).

Apesar de tudo, a misericórdia de Deus alcançou o coração daquela jovem de Jericó. Sua cidade estava condenada. O que ela fazia era abominável diante do santo Deus de Israel...

Josué mandara dois espias para observarem a cidade e trazerem seus relatórios para ser montada uma estratégia de conquista. Dois guerreiros entraram em Jericó e pernoitaram na casa de Raabe, citada no texto bíblico apenas como “uma mulher prostituta” (Js 2.1). Ela, entretanto, os reconhece como israelitas e os esconde entre as canas do linho que havia disposto em ordem no eirado.

Quando os soldados de Jericó, a mando do seu rei, vieram à sua casa procurá-los, ela lhes diz que eles tinham se retirado dali, e que deveriam já ter transposto o vau do rio Jordão. Assim, ela livrou os espias da morte. E naquela noite memorável, Raabe abriu seu coração àqueles dois israelitas, dizendo: “Bem sei que o Senhor lhes deu esta terra, e que o pavor que infundis caiu sobre nós [...] Agora, pois, jurai-me, vos peço pelo Senhor que, assim como usei de misericórdia para convosco, também dela usareis para com a casa de meu pai; e que me dareis um sinal certo de que conservareis a vida de meu pai e minha mãe, como também a meus irmãos e minhas irmãs, com tudo o que têm e de que livrareis a nossa vida da morte.” (Js 2.9a,12-13.)
 Podemos perceber o coração amoroso de Raabe. Ela não pensava apenas em si, em sua salvação individual. Ela poderia ter proposto um acordo de livramento pessoal, ou talvez até mesmo ter fugido com os espias, deixando Jericó entregue à guerra e à destruição. Mas Raabe amava sua família. Seus pais e irmãos foram carinhosamente lembrados naquele tenso momento.

Em nosso mundo individualista e tremendamente egocêntrico, será que encontraremos “Raabes”? Quando você, querida irmã, recebe um presente especial, um dom da misericórdia do Senhor, se lembra da família? Pensa em dividir as dádivas que Deus tem lhe concedido, levando junto consigo a família? Seu esposo, seus filhos e familiares participam de suas vitórias, ou você come, sozinha, o “maná” que Deus lhe tem proporcionado?

Percebemos também que Raabe agiu por fé, arriscando a própria vida. Ela desceu os espias por uma corda pela janela de sua casa construída na muralha. O acordo que fizeram para a sua salvação e de toda a sua família, quando a cidade fosse atacada, seria que ela atasse um fio escarlate em sua janela e recolhesse toda a sua família dentro de casa. E assim aconteceu. Ela deixou aquele fio escarlate atado em sua janela a partir de então, como um sinal, aguardando o dia de seu livramento.

Creio que Raabe não era mais a mesma pessoa a partir daquele encontro com os representantes do povo de Deus. Ela agora tinha esperança. Ela tinha sonhos. Iria fazer parte do povo de Israel e já amava o seu Deus invisível, que era santo, justo e bom. Raabe não precisava mais se prostituir, pois isto não tinha mais significado para si; pelo contrário, ela podia sonhar até mesmo com um marido, um lar, uma família em Israel...

Muitos anos depois desta história, o Senhor Jesus iria dizer: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.” (Mt 5.7.) Raabe realmente alcançou a misericórdia do Senhor. Ela e sua família foram salvos de maneira espetacular, quando o povo de Israel marchou sete vezes, no sétimo dia, ao redor de Jericó, e todos gritaram, e tocaram os chifres de carneiro longamente. As muralhas da cidade ruíram, ficando apenas o trecho onde estava construída a casa de Raabe.

Os jovens espias subiram até a sua casa e tiraram de lá, não só os pais e irmãos da jovem, mas também toda a sua parentela com seus bens. A casa estava cheia. Raabe era uma sábia “evangelista”. Ela levou a salvação a todos os seus parentes. Saíram da condenação de Jericó para as promessas da “Terra Prometida” de Israel.
Entretanto, Raabe e sua parentela vieram morar “fora do acampamento” do povo de Deus (Js 7.23). Mas ela não ficou ali de fora da comunhão do Deus que abraçara e aprendera a amar... Ela demonstra genuína fé, ardor e profunda gratidão por sua salvação. E, por seu testemunho aprovado, ela veio a se casar com um dos príncipes de Judá e recebeu a bênção de participar da genealogia de Jesus (Mt 1.5). O escritor da Carta aos Hebreus a colocou na galeria dos heróis da fé, mostrando sua atitude corajosa como uma demonstração de sua fé no Deus Vivo de Israel (Hb 11.31). E o apóstolo Tiago, irmão de Jesus, menciona Raabe em sua Carta (Tg 2.25), reconhecendo a sua justificação ao esconder e salvar os espias.
Para você refletir:
Seu coração é misericordioso, querida irmã? Você percebe, ao seu redor, as pessoas que estão em perigo, ou necessitadas de alguma coisa que esteja ao seu alcance, e lhes presta socorro?
Você deseja mesmo a direção de Deus em sua vida, a ponto de abrir mão do que for necessário, casa, profissão, para se dedicar inteiramente ao Senhor? Você conduz a sua família em suas orações e na sua caminhada de fé, ou pensa apenas em si, na sua individualidade?

Você se sente discriminada? Como reage a isto?
Você tem humildade suficiente para aceitar ser colocada “fora do acampamento”?
Raabe não se deixou desanimar. Não se sentiu excluída ou discriminada pelo povo de Israel. Ela apenas olhou para a sua grande salvação, para a imensa misericórdia do Deus único e verdadeiro, e testemunhou sua fé e gratidão. Você tem coração semelhante?
Lembre-se de que ela saiu da posição de “discriminação” e foi colocada entre as princesas de Israel, graças à sua humildade, coragem e a fé

ELEIÇÕES 2010 PLC NA MIRA DOS BRASILEIROS

CHUTA  QUE  É  MACUMBA- PLC 122. O ano que vem tem eleições Senhores Senadores, vejam a responsabilidade de vocês neste projeto malígno. Por que adiaram a votação? vocês não vão escapar mesmo.! Vocês estão indo contra as Leis do Deus de Israel, sei que todos conhecem as Escrituras Sagradas, e sabem que esta opção sexual é errada. Cuidado para não ser comidos pelos cães como Jezabel. Ela foi contra o Deus de Israel e seu fim foi trágico. Quantas mães choram pelos seus filhos mortos espiritualmente, que estão mortos pelos seus própios pecados. Quantas mães colocam pano de saco sobre a rocha que simboliza a Palavra de Deus e suas promessas, e vigiam seus filhos mortos espiritualmente: Seus filhos nas drogas, nos vícios, na prostituição, NO HOMOSSEXUALÍSMO, nas depravações da imoralidade, nas mais extravagantes seitas, exalando mal cheiro do pecado, decompondo-se dia-a-dia na podridão do mundo, mães que oram crendo no impossível, que Deus irá ressuscitar seus filhos e lhes dará uma maravilhosa vida. Elas crêm que eles receberão o toque de vida do Espírito Santo e serão ressuscitados Aleluia! E porisso elas não se cansão dia a dia e de noite vigiar, e orar até que Deus tenha misericórdia da familía, que ainda não é uma instituição falída. Vocês são pais e mães também. Só para angariar votos querem destruir o que é sagrado? Pois a família é uma instituição divina. Não vamos votar em vocês se continuarem com esta palhaçada! Tenho dito. Lery para o seu blog

ESSE TAL DE PLC É A TREVA MESMO


 

sábado, 12 de dezembro de 2009

COMENTÁRIO DA REDATORA PARTE 2

Continuo convocando: Os homossexuais, sejam gays ou lésbicas, prostitutas, Qualquer que seja o seu problema para fazer  parte da Nação de Israel, aceitando Jesus como seu Salvador e Senhor. Eu sei que vocês não são felizes, tudo é superficial, no fundo essa alegria e satifação é falsa, nem vocês memos se dão conta que estão sendo enganados pelo diabo, que só veio para matar, roubar e destruir. pode observar que depois de uma noitada, setem um vazío muito grande, pois o diabo agi, e quando se afasta, vem a tristesa, ou seja caem na real. Faça como  Madalena, tome a atitude de procurar Jesus. Não faça como Jezabel que rejeitou o Deus de Israel e foi comida pelos cães. Na minha lista de Blogs tem um pastor que está disposto a orar por você, tome a atitudee entre em contato com ele passe um Natal libertos desta opressão demoníaca. Seja um vencedor em Cristo Jesus, venha fazer parte dos que vivem sob o domínio do Senhor. Ainda é tempo! Experimente dessa graça plena a qual você tem direito pelo sacrifício da cruz do cálvario. Tome posse desta benção maravilhosa ela é sua também. de Lery Cleide para o Blog da Lery

COMENTÁRIO DA REDATORA PARTE 1

Fiz questão de elaborar estas postagens juntas, pois elas tem tudo a ver com o que está se passando desde a campanha do PLC, e com o Natal. Jezabel também desviou dinheito público para alimentar os profetas de Baal e os profetas da deusa achera, só não sei se ela os alimentou com panetones. As postagens da miséria mundial tem tudo a ver com os gastos excessívos com as árvores de Natal. E a história de Madalena e Jezabel com a campanha que fizemos contra a Lei da mordaça gey. vamos observar as diferenças na próxima postagem.

A REVOLTA MALÍGNA

Quando Elias soube desta ação, profetizou que cães devorariam Jezabel, no campo de Jezabel. Um comandante chamado Jeú liderou uma revolta contra a familia real, na qual matou o filho de Jezabel, Jorão. Quando Jezabel soube da rvolta, pintou os olhos e adrnou a cabeça, desafiando Jeú da janela do palácio. Este ordenou aos enucos da rainha que a tirassem da janela.( defenestração) Jezabel morreu, tendo o seu sangue atingido as paredes e os cavalos. Uns cães que por alí passaram devoraram o corpo da rainha. Depois de ter feito uma refeição no palácio Jeú ordenou que a Jezabel fosse sepultada do que se tratava filha de um rei. de acordo com o segundo livro dos reis, os servos do palácio, apenas encontraram o crãnio, os pés e as mãos da rainha. Por causa desta rainha o nome Jezabel encontrasse associado a cultura popular, a uma mulher sedutora e sem escrupulos.

O ESPÍRITO DE JEZABEL


JEZABEL E SEUS OBJETIVOS

Mulher determinada e independente, Jezabel não olhava a meios para conquistar seus objetivos. Acab desejava a vinha de Nabot, cont´gua ao Palácio de Jezabel, mas este recusou-se a vende-la. Sabendo-se disso Jezabel envolveu-se na questão, enviando cartas em nome de Acab aos chefes de Jezabel. O conteúdo das cartas ordenava a detenção de Nabot por blasfêmea conta Deus e contra o Rei e a execução deste por apredejamento sob denûncia de duas falsas testemunhas. Segundo a Lei da época a propriedade de alguém que tivesse cometido estas ações passaria para o Rei Nabot. Foi executado por Jezabel que presenteou o marido com a vinha.

JEZABEL MULHER INDEPENDENTE


JEZABEL E OS PROFETAS ISRAELITAS

Os Sacerdotes e os profetas israelitas foram eliminados, ou então tiveram que se exilar no deserto devido a perseguição promovida pela rainha. A resistência local contra essa política religiosa, foi encabeçada pelo profeta Elias. Numa especie de concurso religioso levado acabo no Monte Carmelo. Elias derrotou todos os profetas de Baal. que morreram, pretendendo desta forma o Livro dos Reis mostrar como o Deus de Israel era a única divindade. Quando Jezabel soube disso ficou furiosa, pretendendo matar Elias, que teve de fugir para Judá.

JEZABEL E SUA CONTENDA COM O PROFETA ELIAS


CONHEÇA A HISTÓRIA E O FIM DE UMA MULHER QUE REJEITOU O DEUS DE ISRAEL

Jezabel, foi uma princeza Fenícia casada com o Rei Acab de Israel. Era filha do Rei de sidónios, tendo o seu casamento com Acab o resultado de uma aliança, que tinha como objetivo fortalecer as relações entre Israel e a Fenícia. A sua história é conhecida através do primeiro livro de Reis no antigo testamento. Jezabel continuou adorar os deuses Fenícios, mas não se limitou a isso, pois combateu o Deus de Israel. Recorreu ao dinheiro do Tesouro público para sustentar os 450 profetas de Baal e os 400 profetas da deusa achera( deusa Fenícia da fertilidade). No palácio Real seria mesmo construído um templo dedicado a Baal. Aparentemente o seu próprio marido, sentiu-se atraído pelo culto desse deuses, relegando Javé para segundo plano.

JEZABEL A RAINHA DO DEMÔNIO CONHEÇA SUA HISTÓRIA


sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O MUNDO VIVE NA MISÉRIA

Fiz questão de publicar estas imagens, porque estou enojada com os últimos acontecimentos. Municípios ou seja Prefeituras, gastando milhões de reais com árvores de natal, "Panetones" quando o restante da população vive em situação de miséria. Só pela aparência, afinal de contas as pessoas vivem mesmo é de aparências. O mundo todo, embarca nas aparências. Quando Samuel foi ungir Daví como Rei, Deus falou para ele que não o procurasse por aparência, pois o que vale não é o que se ver por fora e sim por dentro, no seu interior. 10.000.000 numa árvore de Natal com tanta gente passando fome!? Depois, sobem num morro com uns tais  "panetones" visítam favelas,! É hipocrisia demais, não consigo nem imaginar. As vezes penso que não vivo mais neste mundo, pois ele é cheio de coisas que não agradam a Deus e nem a maioria dos homens de bem. As vezes na própria familia, na própria igreja etc. Observe se do seu lado se está acontecendo este problema, e não participe, faça a diferênça! mostre e testemunhe que é um filho de Deus, Um crente de vergonha.! Lery para o  seu blog. Esta interrogação em " Ordem e Progresso?" veio mesmo a calhar com esta desordem.

É UMA MISÉRIA DISFARÇADA DE ELITE


 
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